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Perfil:

- Técnico Agrícola, com Habilitação em Agricultura, pelo CEFET/PE;

- Bacharel em Engenharia Agronômica pela UESPI/PI;

- Extensão em Desenvolvimento e Comportamento Humano, pela FACINTER/PR;

- Extensão em Gestão em Administração e Marketing, pela ESAB/ES;

- Aperfeiçoamento em Planejamento Estratégico, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em Projetos Educacionais, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em Marketing na Gestão Empresarial, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em Gestão de Equipes, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em Práticas Pedagógicas, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em Vigilância Sanitária, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em Gestão Financeira, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em Gestão de Recursos Hídricos, pelo PE/MS;

- MBA Profissional em andamento em Gestão Pública e Responsabilidade Fiscal, pela ESAB/ES;

- Mestrado em andamento em Ciência Política.


O Estadista

mascosdamasceno23@yahoo.com.br


Considero o Governador Wellington Dias um estadista. Sob a minha concepção estadista em quem opta em servir ao Estado, em vez de se servir dele. É o caso dele. Um homem de personalidade forte, de caráter, e que teve a responsabilidade de saldar uma dívida histórica do Piauí para com seu povo, notadamente o povo humilde, historicamente excluído das ações do Estado.

 

A responsabilidade depositada na sua pessoa foi enorme, lembro disso em 2002, levando-se em conta a circunstância do momento. Mas sua habilidade, sua inteligência, sua capacidade de luta, e principalmente seu compromisso com o progresso do Piauí, contribuíram nessa empreitada. Essa demanda histórico-social trouxe, e ainda traz, muita exigência para ele. Além do mais, foi o primeiro Governador do Piauí a sair do seio do povo, de uma origem humilde. A responsabilidade aumenta mais ainda, pela legitimidade e identidade da sua pessoa com a causa da justiça social. Sua Excelência é digno da representação memorável de grandes personagens da política e da história do Estado, como Chagas Rodrigues (ainda vivo), Petrônio Portela (in memorian), Wall Ferraz (in memorian), e Alberto Silva (ainda vivo). Como o próprio prefeito Sílvio Mendes também o é. Eles são, sem sombra de dúvidas, acho que vocês irão concordar comigo, o exemplo de política com ética e decência, e de administração pública com responsabilidade. Ele deu maturidade à estrutura institucional do Piauí. Quebrou todos os paradigmas. Inovou. Consolidou uma nova conjuntura político-administrativa.

 

Vem consolidando um Piauí mais justo e mais desenvolvido. Trata-se de um homem protegido pelo juízo popular. Sua grandeza pode ser percebida nos seus atos, nas suas ações. Sempre age pela causa coletiva, pelo bem comum. Não faz parte de acordos em que não está o interesse público, o cívico. Suas conquistas são sempre as conquistas do povo. Com sua postura construtiva, decide sempre pelo caminho da prosperidade das pessoas e do Piauí. Pensa sempre no bem-estar social dos piauienses. Quer um exemplo? Antes, como era o atendimento aos portadores de necessidades especiais no Estado? Isso quando eram atendidos. Na maioria das vezes nem eram enxergados pelo Poder Público. “Olhe tome aqui esta cadeira de roda, e estamos conversados. Não me apareça mais aqui”. E hoje? Temos a felicidade de dizer que existe um trabalho e uma estrutura, a exemplo de mundo, de grandeza nesta área. Dona Rejane Dias (primeira-dama do Estado), vem desenvolvendo um programa de reabilitação físico-social, de inserção social e de acessibilidade, digno dos nossos aplausos. Por perto, a nível de Brasil, não vi ainda um programa igual ao nosso neste segmento. Então, o diferencial está na maneira como são encarados os problemas sociais, e como são colocadas as suas devidas soluções. Trata-se de um governador que possui uma boa formação moral. Uma reserva moral. Homem de exemplaridade. Um símbolo.

 

O que mais me chama atenção na sua pessoa é a seriedade. Somando-se à responsabilidade. Um homem sério, correto e honrado. Nunca presenciamos qualquer ato de irresponsabilidade nele. Qualquer desvio de conduta. É um líder autêntico, compromissado, que segue com retidão o caminho das causas populares. Avaliar o Governador Wellington Dias é sentir a firmeza espiritual, a segurança sociopolítica, e a certeza de um bom caminho. Basta olhar nos olhos dele para percebermos isso. Prima sempre pelo bom senso. Tem respeito pelo povo. Sensibilidade social. Sua preocupação é sempre com o desenvolvimento do Piauí. E consequentemente, pela melhoria da qualidade de vida do povo piauiense. Certamente pela sua origem sofrida. Isso traz-lhe muita motivação nas suas ações. E muito resultado para o Estado. Seus hábitos são modestos, característicos da cultura interiorana.

 

Sofreu muita tortura mental, foi injustiçado em alguns momentos, mal interpretado, cobrado de forma irracional, acusado injustamente e equivocadamente de atos que não cometeu. Mas ele resistiu a tudo isso, porque é uma pessoa sábia, provida de muita fé, e que tem uma causa maior a lutar, uma responsabilidade histórica. Testemunho nele uma força muito grande de superação, capacidade de tomada de decisão, para superar ocasiões dessa complexidade. Nunca um Governador do Piauí, tenho que confessar isso, demonstrou tanto amor e tanto compromisso para com a nossa terra e nossa gente. Um homem simples, bem relacionado, aberto ao diálogo e muito democrático. Tem uma paciência singular em ouvir as pessoas. Sempre cortês e afável. Seu otimismo é motivado pela fé, esperança e certeza de que o Piauí pode ser mudado, de que as coisas podem ser diferentes, basta que acreditemos no seu potencial. A bem da verdade, o Piauí sempre foi subdesenvolvido porque era sub-administrado. E isso interessava a uma elite. Hoje presenciamos desenvolvimento porque existe um governador e um governo que trabalham.

 

O desejo dele é tornar o Piauí mais livre, mais feliz, mais fraterno e mais desenvolvido. Minha analogia não se resume à questão administrativa, mas também ao simbolismo político-cultural. Por isso, tenho nele um exemplo de estadista. Por fim, digo sem interesse nenhum: um governador como o Wellington Dias em cada século aparece um.

 

Marcos Damasceno

(pesquisador)

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Está coluna é de inteira responsabilidade do colunista Marcos Damasceno