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Considero o Governador
Wellington Dias um
estadista. Sob a minha
concepção estadista em quem
opta em servir ao Estado, em
vez de se servir dele. É
o caso dele. Um homem de
personalidade forte, de
caráter, e que teve a
responsabilidade de saldar uma
dívida histórica do Piauí para
com seu povo, notadamente o
povo humilde, historicamente
excluído das ações do Estado.
A responsabilidade depositada
na sua pessoa foi enorme,
lembro disso em 2002,
levando-se em conta a
circunstância do momento. Mas
sua habilidade, sua
inteligência, sua capacidade de
luta, e principalmente seu
compromisso com o progresso do
Piauí, contribuíram nessa
empreitada. Essa demanda
histórico-social trouxe, e
ainda traz, muita exigência
para ele. Além do mais, foi o
primeiro Governador do Piauí a
sair do seio do povo, de uma
origem humilde. A
responsabilidade aumenta mais
ainda, pela legitimidade e
identidade da sua pessoa com a
causa da justiça social. Sua
Excelência é digno da
representação memorável de
grandes personagens da política
e da história do Estado, como
Chagas Rodrigues (ainda
vivo), Petrônio Portela
(in memorian), Wall
Ferraz (in memorian),
e Alberto Silva (ainda
vivo). Como o próprio prefeito
Sílvio Mendes também o
é. Eles são, sem sombra de
dúvidas, acho que vocês irão
concordar comigo, o exemplo de
política com ética e decência,
e de administração pública com
responsabilidade. Ele deu
maturidade à estrutura
institucional do Piauí. Quebrou
todos os paradigmas. Inovou.
Consolidou uma nova conjuntura
político-administrativa.
Vem consolidando um Piauí mais
justo e mais desenvolvido.
Trata-se de um homem protegido
pelo juízo popular. Sua
grandeza pode ser percebida nos
seus atos, nas suas ações.
Sempre age pela causa coletiva,
pelo bem comum. Não faz parte
de acordos em que não está o
interesse público, o cívico.
Suas conquistas são sempre as
conquistas do povo. Com sua
postura construtiva, decide
sempre pelo caminho da
prosperidade das pessoas e do
Piauí. Pensa sempre no
bem-estar social dos
piauienses. Quer um exemplo?
Antes, como era o atendimento
aos portadores de necessidades
especiais no Estado? Isso
quando eram atendidos. Na
maioria das vezes nem eram
enxergados pelo Poder Público.
“Olhe tome aqui esta
cadeira de roda, e estamos
conversados. Não me apareça
mais aqui”. E hoje?
Temos a felicidade de dizer que
existe um trabalho e uma
estrutura, a exemplo de mundo,
de grandeza nesta área. Dona
Rejane Dias (primeira-dama
do Estado), vem desenvolvendo
um programa de reabilitação
físico-social, de inserção
social e de acessibilidade,
digno dos nossos aplausos. Por
perto, a nível de Brasil, não
vi ainda um programa igual ao
nosso neste segmento. Então, o
diferencial está na maneira
como são encarados os problemas
sociais, e como são colocadas
as suas devidas soluções.
Trata-se de um governador que
possui uma boa formação moral.
Uma reserva moral. Homem de
exemplaridade. Um símbolo.
O que mais me chama atenção na
sua pessoa é a seriedade.
Somando-se à responsabilidade.
Um homem sério, correto e
honrado. Nunca presenciamos
qualquer ato de
irresponsabilidade nele.
Qualquer desvio de conduta. É
um líder autêntico,
compromissado, que segue com
retidão o caminho das causas
populares. Avaliar o Governador
Wellington Dias é sentir
a firmeza espiritual, a
segurança sociopolítica, e a
certeza de um bom caminho.
Basta olhar nos olhos dele para
percebermos isso. Prima sempre
pelo bom senso. Tem respeito
pelo povo. Sensibilidade
social. Sua preocupação é
sempre com o desenvolvimento do
Piauí. E consequentemente, pela
melhoria da qualidade de vida
do povo piauiense. Certamente
pela sua origem sofrida. Isso
traz-lhe muita motivação nas
suas ações. E muito resultado
para o Estado. Seus hábitos são
modestos, característicos da
cultura interiorana.
Sofreu muita tortura mental,
foi injustiçado em alguns
momentos, mal interpretado,
cobrado de forma irracional,
acusado injustamente e
equivocadamente de atos que não
cometeu. Mas ele resistiu a
tudo isso, porque é uma pessoa
sábia, provida de muita fé, e
que tem uma causa maior a
lutar, uma responsabilidade
histórica. Testemunho nele uma
força muito grande de
superação, capacidade de tomada
de decisão, para superar
ocasiões dessa complexidade.
Nunca um Governador do Piauí,
tenho que confessar isso,
demonstrou tanto amor e tanto
compromisso para com a nossa
terra e nossa gente. Um homem
simples, bem relacionado,
aberto ao diálogo e muito
democrático. Tem uma paciência
singular em ouvir as pessoas.
Sempre cortês e afável. Seu
otimismo é motivado pela fé,
esperança e certeza de que o
Piauí pode ser mudado, de que
as coisas podem ser diferentes,
basta que acreditemos no seu
potencial. A bem da verdade, o
Piauí sempre foi
subdesenvolvido porque era
sub-administrado. E isso
interessava a uma elite. Hoje
presenciamos desenvolvimento
porque existe um governador e
um governo que trabalham.
O desejo dele é tornar o Piauí
mais livre, mais feliz, mais
fraterno e mais desenvolvido.
Minha analogia não se resume à
questão administrativa, mas
também ao simbolismo
político-cultural. Por isso,
tenho nele um exemplo de
estadista. Por fim, digo sem
interesse nenhum: um governador
como o Wellington Dias
em cada século aparece um.
Marcos Damasceno
(pesquisador) |