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Perfil:

- Técnico Agrícola, com Habilitação em Agricultura, pelo CEFET/PE;

- Bacharel em Engenharia Agronômica pela UESPI/PI;

- Extensão em Desenvolvimento e Comportamento Humano, pela FACINTER/PR;

- Extensão em Gestão em Administração e Marketing, pela ESAB/ES;

- Aperfeiçoamento em Planejamento Estratégico, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em Projetos Educacionais, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em Marketing na Gestão Empresarial, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em Gestão de Equipes, pelo PE?MS;

- Aperfeiçoamento em Práticas Pedagógicas, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em Vigilância Sanitária, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em Gestão Financeira, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em Gestão de Recursos Hídricos, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em andamento em Gestão Escolar, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em andamento em Empreendedorismo, pelo PE/MS;

- MBA Profissional em andamento em Gestão Pública e Responsabilidade Fiscal, pela ESAB/ES.


Piauí Terra Querida!

mascosdamasceno23@yahoo.com.br


Sempre testemunhamos atos e relatos de maneira negativa sobre o Piauí. Muitos deles partiram do nosso próprio povo. Historiadores de expressão regional na literatura e na cultura, como FONSECA NETO e CINÉAS SANTOS, sempre externaram a indignação que sentiam dessa imagem negativa atribuída ao nosso Estado. Sentimento de indignação endossado por nós piauienses. No entanto, temos parcela de culpa nisso. Muitas vezes fomos negligentes, não cultuamos nossa cultura, não valorizamos nossa história e não nos orgulhamos da maravilha de ser piauiense. Como disse o professor CINÉAS SANTOS: "Nossa historia é rica, heróica e digna de ser contada".

 

Em 1920, JOÃO RODRIGUES DAMASCENO, meu bisavô, em seus relatos já demonstrava sua indignação. Não pelo fato do nosso Estado ser pobre, nunca foi. Naturalmente não! Baseio-me na máxima de que não existe região pobre por natureza. De que não existe região subdesenvolvida e sim sub-administrada. Há quem diga que o Piauí é um Estado miseravelmente rico. Talvez a pobreza existente fosse somente de espírito, essa é que é a verdade. Naquela época, há 88 anos atrás, JOÃO DAMASCENO conclamava: “Precisamos construir um Estado do José. Não do José barão, latifundiário, mas do José da roça, do povo humilde. Um Estado de todos e para todos”. Quantas pessoas, ao longo da nossa história, lutaram por um Piauí melhor. Deram suas vidas por esse propósito. Dedicaram-se por essa causa. Gastaram as suas energias nessa luta. Às vezes até morreram, como muitos, para defender a honra e a integridade física e moral do nosso povo e da nossa terra. A agonia parecia ser interminável. O que faltava, porém? A consolidação de um Estado na trilha do desenvolvimento.

 

Historicamente a imagem do Piauí foi difamada a ponto de ser tão difícil mostrar o lado bom do nosso Estado, nossas riquezas, nossas potencialidades, o valor cultural e histórico da nossa gente. Nossa negligência, a falta de espírito patriótico, contribuiu muito para essa situação negativa. Fomos coniventes com tudo isso, enquanto piauienses. Nossa auto-estima era baixa. Por aí afora, muitos afirmavam que não havia vida inteligente no nosso Estado, ou até mesmo inóspito, sem condições para hospedar, em que não se podia viver. O fato é que o Brasil e o mundo não conheciam o Piauí. Mas o mais grave é que nós piauienses não conhecíamos o nosso Estado. Essa é a definição realística da problemática.

 

E hoje? Qual a análise que pode ser feita? Aquele Estado que tantos piauienses lutaram por ele, assim como meu bisavô, sonharam em vê-lo, com um governo popular, existe. É fato real. Ocorreu o encontro do Piauí com o povo piauiense. Isso a partir do momento em que a nossa gente ouviu o clamor daqueles co-estaduanos do passado, por uma demanda também do presente, e numa perspectiva de um futuro melhor, o de presenciar o Piauí sendo gerido pelo José da roça, do povo humilde. E surgiu! Apareceu o JOSÉ WELLINGTON BARROSO DE ARAÚJO DIAS, da roça, do povo humilde. Trouxe consigo aqueles valores culturais, conceitos morais, princípios éticos, e aquelas regras comportamentais, sagrados na cultura do povo humilde do Piauí. Com certeza, representa o alicerce do desenvolvimento.

 

Missão histórica: saldar uma dívida do Estado para com o povo humilde, historicamente excluído das ações da estrutura político – administrativa estadual. A responsabilidade depositada na sua pessoa foi enorme, lembro disso em 2002, levando – se em conta a circunstância do momento. Essa demanda social histórica traz muita exigência para ele, essa situação cobra muito dele. Além disso, foi o primeiro Governador do Piauí a sair do seio do povo, de uma origem humilde. A responsabilidade aumenta mais ainda, pela legitimidade e identidade da sua pessoa com a causa da justiça social. Ele deu maturidade política ao Piauí. Anda em consonância com os anseios da sociedade piauiense. Vem consolidando um Piauí mais justo e mais desenvolvido.

 

Sua grandeza pode ser percebida nos seus atos, nas suas ações. Sempre age pela causa coletiva, pelo bem comum. Suas conquistas são sempre as conquistas do povo. Com uma posição construtiva, decide sempre pelo caminho da prosperidade das pessoas e do Piauí. Pensa sempre no bem – estar social das pessoas. Um homem de valores e de exemplaridade. Nunca ninguém, podemos confessar isso, demonstrou tanto amor e tanto compromisso para com a nossa terra e nossa gente. Sempre cortês e afável. Sentimos firmeza com ele no Governo do Estado. Seus hábitos são modestos, característicos da cultura interiorana. Nunca entra no debate mesquinho, da politicagem, da destruição. Mas o que mais nos chama atenção na sua pessoa é a seriedade, tudo que faz é com dedicação, organização e com caráter de responsabilidade. Um homem sério, correto e honrado. Nunca presenciamos qualquer ato de molecagem nele. Qualquer desvio de conduta. É um líder autêntico, compromissado, que segue com retidão o caminho das causas populares. Um governador educado, que sempre cultua bons costumes, sagrados na cultura regional. Prima sempre pela solidariedade ao próximo. Tem respeito pelo povo. Ele não tem tratamento diferenciado para com ninguém. Tem uma característica que é tida como algo próprio dele: a sensibilidade popular. Certamente pela sua origem sofrida. Isso traz - lhe muita determinação nas suas ações. E muito resultado para o Estado. Ele tem uma força sobrenatural.

 

A bem da verdade, antes o Piauí não era levado a sério. Passou a existir honestidade, seriedade, inclusão social, justiça social, organização, planejamento, responsabilidade, e o melhor, desenvolvimento. O Estado está funcionando, está se desenvolvendo, e isso se deve à interiorização da gestão pública, que atingiu os grotões atrasados do Piauí. O povo piauiense sente orgulho, mais ainda, da sua terra. A sua auto-estima melhorou. No Gov. WELLINGTON DIAS sentimos firmeza. Basta olhar nos olhos dele para percebermos o compromisso com o desenvolvimento do Piauí. Ele tem resposta popular favorável. Com isso, somando-se a garra dessa gente trabalhadora, a nossa ‘Terra Querida’ se tornou, também, num lugar mais justo, mais humano, mais livre, mais fraterno e mais desenvolvido.

 

Somando-se a isso, tivemos a felicidade da existência de estruturas midiáticas responsáveis e construtivas como o PORTAL SRN, que exerce o papel de instrumento de formação humana, de valorização da nossa cultura e da nossa história. O Piauí está sendo mostrado de forma positiva, e mais do que isso, está havendo um novo processo de descobrimento das nossas belezas naturais e dos nossos valores culturais. São ações que nos engrandecem. Isso a partir do momento em que tivemos iniciativas louváveis da mídia, em geral, não podemos negar, de forma articulada, com uma orientação fundamentada no propósito de uma agenda positiva para o engrandecimento do Piauí. Isso levanta a nossa auto-estima. Temos a obrigação de cantar a nossa aldeia, orgulharmos da nossa história.

 

Enfim, a nossa história, de sangue, de suor, de conquistas, de marcos históricos, está sendo amplamente lembrada e resgatada. Ocupou o espaço e a pauta do debate regional, fruto do esforço de vários segmentos sociais. São casos de sucesso que devemos registrar como referência de um caminho a ser seguido para o desenvolvimento do Piauí. São referenciais característicos da nossa brava gente piauiense. Eu agradeço a Deus por ter nascido no Piauí. Abençoe esta ‘Terra Querida’ e sua gente valiosa!

Marcos Damasceno

(pesquisador)

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Está coluna é de inteira responsabilidade do colunista Marcos Damasceno