Sem liberdade as pessoas não
vivem, apenas sobrevivem.
Liberdade é o direito que todo
ser humano possui de ser digno,
honrado, independente, livre;
de pensar e falar livremente,
sem nenhuma censura ou tortura,
de qualquer natureza.
Já dizia THOMAS JEFFERSON:
“Nenhum homem tem um direito
natural de praticar agressões
contra os direitos iguais dos
outros”. Portanto, não
devemos ser escravos de um
padrão político e/ou
administrativo, de um regime
governamental. É necessário
aprendermos a pensar por nós
mesmos, buscando a liberdade.
ALBERT CAMUS, educador, disse:
“Liberdade é uma
possibilidade de ser melhor,
enquanto que escravidão é a
certeza de ser pior”. Porém, é
necessário que o povo se
liberte desse regime
governamental predominante,
fuja desse mandonismo
antiquado, encare essa tortura
mental, almejando o rompimento
do isolamento de mentalidade.
Já dizia ULISSES GUIMARÃES,
Mártir da Redemocratização do
Brasil: “Política não se faz
com ódio, pois não é função
hepática. É filha da
consciência, irmã do caráter,
hóspede do coração. Nunca com a
raiva dos invejosos,
maledicentes, frustrados ou
ressentidos...”.
Por muito tempo, o povo viveu
sob farsas, admirando uma gente
estúpida, grosseira,
prepotente, que tem em mente
ser dona da coisa pública. Essa
é a realidade que pode ser
constatada. Não podemos ser
como eles, acostumados a buscar
o poder de forma irresponsável,
por qualquer caminho e a
qualquer custo. É melhor está
com o povo no sofrimento que em
meio a essa gente desumana. O
povo tem que deixar de ser
“macaquinhos amestrados”, que
obedecem e aplaudem esse
paradigma de político -
administrativo. Portanto,
recorro a um Trecho do Poema
Rondó da Liberdade, de CARLOS
MARIGHELLA: “É preciso não ter
medo. É preciso ter a coragem
de dizer. Há os que têm vocação
para escravo. Mas há os
escravos que se revoltam contra
a escravidão. Não ficar de
joelhos, que não é racional
renunciar a ser livre (...). O
homem deve ser livre (...)”.
Segundo PETER DRUCKER, inventor
da administração, o indagador
formará o líder do futuro. O
modo como vemos as nossas vidas
molda as nossas vidas, conclama
um pensador. Como resultado,
brilha por um breve momento a
verdade, sempre ameaçada, de
que cada e todo homem, sobre a
base de seus próprios
sofrimentos e alegrias,
constrói para todos. Na vida há
dois caminhos: se resignar ou
se indignar. E nós não podemos
nos resignar nunca.
Marcos
Oliveira Damasceno
(pesquisador) |