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Perfil:

- Técnico Agrícola, com Habilitação em Agricultura, pelo CEFET/PE;

- Bacharel em Engenharia Agronômica pela UESPI/PI;

- Extensão em Desenvolvimento e Comportamento Humano, pela FACINTER/PR;

- Extensão em Gestão em Administração e Marketing, pela ESAB/ES;

- Aperfeiçoamento em Planejamento Estratégico, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em Projetos Educacionais, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em Marketing na Gestão Empresarial, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em Gestão de Equipes, pelo PE?MS;

- Aperfeiçoamento em Práticas Pedagógicas, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em Vigilância Sanitária, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em Gestão Financeira, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em Gestão de Recursos Hídricos, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em andamento em Gestão Escolar, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em andamento em Empreendedorismo, pelo PE/MS;

- MBA Profissional em andamento em Gestão Pública e Responsabilidade Fiscal, pela ESAB/ES.


Administração Pública, Uma Nova Rotulagem

mascosdamasceno23@yahoo.com.br


A necessidade exigida pela formulação teórica não significa, de fato, uma mudança ocorrida. As teorias da administração existem com várias fórmulas que se propõem ao emprego de fórmulas milagreiras e rápidas. No entanto sabe-se que, por mais que haja revisões das estratégias dos processos não se pode deixar de levar em conta o fator humano.

 

O administrador público é fundamental na organização enquanto capacitor consciente da responsabilidade do papel por ele desempenhado. Não basta a compreensão da mudança pelos seus elementos internos. A chave do sucesso repousa no engajamento das pessoas, em um amplo processo construtivo de significados desenvolvimentistas reais. O aspecto empreendedor do administrador releva as políticas de capacitação: é o ideário do investimento que necessita de criatividade, de capacidade estratégica, para que se possa preparar os quadros técnicos.

 

A eficácia está em focalizar oportunidades ao invés de problemas. Para esse aspecto importa as habilidades de cada profissional. É a clara noção de como as aptidões se farão essenciais no momento em que precisará estabelecer prioridades e programações. Faz-se necessária a promoção do aumento da capacidade institucional da administração pública como garantia de uma melhor formulação das políticas públicas. Para tal há a necessidade de investir na capacitação para o desenvolvimento da relação governo - sociedade.

 

A administração pública é um importante agente de construção do quadro de uma sociedade civil coesa, através da promoção de diálogos com os diversos setores da comunidade. Existirão sempre as frustrações e impasses advindos dessa nova situação, mas faz parte do sistema como um todo. A modernização da estrutura administrativa perpassa pela necessidade de descentralizar suas políticas internas de gerenciamento.

Para que a sociedade como um todo possa usufruir de resultados, faz-se necessária a finalização do precário, do mal estruturado, do despreparado. O perfil da administração pública hoje requer mudanças reais. Trabalhar com parâmetros de eficiências reais. Dentro de suas fronteiras preestabelecidas e preparadas para assumir suas culpabilidades e suas responsabilidades.

 

É intrigante como o aspecto da culpabilidade perdura. Algo errado acontece nas finanças públicas e a culpa recai de modo inevitável sobre o social. Por que há uma eterna insistência em divulgar que a busca de um equilíbrio fiscal e pela estabilidade econômica está necessariamente sobre os gastos sociais? A administração deve mostrar sua face. Envolvida em soluções realmente austeras, porém com bases reais. Deve parar com soluções, ou solucionáticas, que somente trazem demagogias e poucos resultados. Poder acompanhar o controle das políticas públicas não se trata de fantasia e sim do fato palpável, característica de qualquer administração competente.

 

A administração pública precisa de uma infra-estrutura com operacionalidade. Com critérios de funcionalismo, normas, e necessidades preestabelecidas. Precisa parar com a arcaica mania de trabalhar com um orçamento que já nasce quebrado. Só porque é um processo de existência historicamente comprovada não significa que deva ser perpetuado.

 

Ao relevar a participação da sociedade civil no contexto, intenta-se repartir a responsabilidade de uma gestão fiscal responsável e transparência fiscal. A propagação das associações comunitárias confirma que há um fator de mudança ocorrendo. O interesse da pessoa social pela sociedade onde vive quebra espaços privados.

 

Marcos Oliveira Damasceno

(pesquisador)

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Está coluna é de inteira responsabilidade do colunista Marcos Damasceno