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Perfil:

- Técnico Agrícola, com Habilitação em Agricultura, pelo CEFET/PE;

- Bacharel em Engenharia Agronômica pela UESPI/PI;

- Extensão em Desenvolvimento e Comportamento Humano, pela FACINTER/PR;

- Extensão em Gestão em Administração e Marketing, pela ESAB/ES;

- Aperfeiçoamento em Planejamento Estratégico, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em Projetos Educacionais, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em Marketing na Gestão Empresarial, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em Gestão de Equipes, pelo PE?MS;

- Aperfeiçoamento em Práticas Pedagógicas, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em Vigilância Sanitária, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em Gestão Financeira, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em Gestão de Recursos Hídricos, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em andamento em Gestão Escolar, pelo PE/MS;

- Aperfeiçoamento em andamento em Empreendedorismo, pelo PE/MS;

- MBA Profissional em andamento em Gestão Pública e Responsabilidade Fiscal, pela ESAB/ES.


Construtivismo

mascosdamasceno23@yahoo.com.br


É o nome pelo qual se tornou conhecida uma nova linha pedagógica que vem ganhando terreno nas salas de aula há pouco mais de uma década. As maiores autoridades do construtivismo, contudo, não costumam admitir que se trate de uma pedagogia ou método de ensino. A professora fica na posição de mediadora ou facilitadora desse processo.

 

O construtivismo propõe que o aluno participe ativamente do próprio aprendizado, mediante a experimentação, a pesquisa em grupo, o estímulo à dúvida e ao questionamento. Rejeita a apresentação de conhecimentos prontos ao estudante, como um prato feito. Daí o termo "construtivismo", pelo qual se procura indicar que uma pessoa aprende melhor quando toma parte de forma direta na construção do conhecimento que adquire. O construtivismo enfatiza a importância do erro não como um tropeço, mas como um trampolim na rota da aprendizagem. O construtivismo condena a rigidez nos procedimentos de ensino, as avaliações padronizadas e a utilização de material didático demasiadamente estranho ao universo pessoal do aluno.

 

Com base nos estudos do psicólogo suíço JEAN PIAGET (1896-1980), a maior autoridade do século sobre o processo de funcionamento da inteligência e de aquisição do conhecimento, a criança raciocina segundo estruturas psicológicas próprias, que evoluem conforme faixas etárias definidas, e são diferentes da lógica madura do adulto. A hipótese não é um erro, como se julgava antes de PIAGET, mas um raciocínio apropriado a essa faixa etária. O construtivismo procura desenvolver práticas pedagógicas sob medida para cada degrau de amadurecimento intelectual da criança. Baseado nas teorias de PIAGET e EMÍLIA FERREIRO, os construtivistas consideram inútil a prontidão, ou seja, o treinamento motor que habitualmente se aplica às crianças como preparação do aprendizado da escrita. Para eles, aprender a ler e escrever são algo mais amplo e complexo do que adquirir destreza com o lápis.

 

A educação precisa mudar. O tema é mesmo corrente e continua atual. Não é mais uma questão de opção ou de postura dos profissionais da educação, mas trata-se de uma exigência da sociedade, que cada vez mais prega a mudança da educação visando que esta seja de qualidade, tendo significado para o educando.

 

Marcos Oliveira Damasceno

(Pesquisador)

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Está coluna é de inteira responsabilidade do colunista Marcos Damasceno