ste grande ídolo
da música pop, que
foi notícia em
diversos veículos
de comunicação,
por mais de uma
semana, em todo o
mundo e mobilizou
fãs de várias
classes sociais,
tanto em países de
primeiro mundo
como em emergentes
mostra que todos
nós, seres
humanos, somos
frágeis em nossa
vida seja ela de
um ídolo ou não. A
morte muitas vezes
chega sem nos
avisar. Foi assim
com Michael
Jeckson, e com
muitos outros
ídolos como John
Lennon, Elvis
Presley, Elis
Regina, e tantos
outros que
desapareceram
fisicamente e
precocemente do
nosso convívio.
A morte de um
ídolo, além de
comoção, revela
que o sucesso tem
preço. Ou por
estes não saberem
administrá-lo ou
pelos vários
problemas que este
traz às pessoas
que o fazem. A
integridade
física, a
privacidade o
isolamento que
muitas vezes os
levam a depressão
e provavelmente a
outros vários
tipos de doenças.
Ora! O ser humano
não foi feito para
viver isolado e
sim em sociedade
convivendo em
grupo junto um aos
outros.
Se o ser humano
perde uma das mais
valiosas formas de
vida que é a
liberdade, este
deixa praticamente
de viver uma vida
normal, cheias de
mistérios, assim
como é a vida de
um ídolo.
No Caso de Michael
Jakson ao
desaparecer, deixa
muitas dúvidas
sobre a sua vida.
Esta é considerada
para muitos “um
mistério”. Sabemos
que nenhum artista
conseguiu a
façanha que este
consegui. De ser
inimitável. Seu
talento não era
algo repentino.
Era coisa sem
explicação. Os
números são
incomparáveis a de
outros artistas e
jamais vistos na
história em todo
mundo. Só em 1982
este vendeu 104
milhões de cópias
do álbum
“thriller”, coisa
que nem os Beatles,
que eram
considerados um
dos maiores nomes
do rock no mundo,
não chegou perto
desta façanha. Em
1985 o cantor
compra os direitos
autorais das
músicas de John
Lennon e Paul
McCartney por US$
47 milhões. O que
lhe renderia
muitos outros
números. Sua
fortuna é
calculada em US$ 1
Bilhão ( R$ 2
bilhões), desde o
início de sua
carreira.
Mas o que leva
alguém que faturou
tanto dinheiro,
amargar um débito
calculado em torno
de Us$ 400 milhões
(R$ 800 milhões).
Próximo da
falência pessoal.
Como este chegou
ao estado de saúde
que comentam?
Diversas
reportagens
apontam que a sua
infância não foi
um mar de rosas. O
seu pai o obrigava
cantar, sem lhe
oferecer nenhuma
alternativa. Era
cantar com seus
irmãos ou cantar.
Quando a família
começou ganhar
dinheiro através
da venda de
discos, a pressão
aumentou. Este não
podia mais sair da
vida onde entrou.
Como se não
bastasse vieram os
problemas de
saúde. A doença do
vitiligo que aos
poucos ia deixando
sua pele com
manchas e pontos
brancos, o que não
se sabe se foi
este o motivo pelo
qual optou pelo
branqueamento.
Uma funcionária
garantiu que o
artista era refém
de medicamentos
controlados,
talvez uma saída
para os problemas.
Para outra ele
teria confessado
que não se
lembrava do número
correto de show
que teria de fazer
em Londres.
Outro funcionário
que trabalhava na
montagem de seus
shwos revelou que
este não era dono
de suas ações e
que pra isso havia
um grupo que
decidia, dando a
impressão que este
era dominado por
outras pessoas.
Diversas
reportagens
publicaram
opiniões de seus
familiares,
dizendo que estes
tinham pouco
acesso aos
negócios do
cantor. Eram
impedidos de
opinar. A relação
com seu pai nunca
foi boa. Alguns
falam que este, às
vezes zombava da
sua cor. Diversos
veículos de
comunicação
publicaram textos
a respeito desse
assunto.
Por outro lado ao
descobrir que este
tinha o dom de
cantar, não o
deixou ter
infância. Não se
pode afirmar que
os supostos abusos
que sofria do pai
aliado à doença e
problemas
financeiros podem
ter contribuído
para sua morte
precoce que ainda
é um mistério.
O curioso nessa
história é que o
drama do cantor é
parecido com o de
outras estrelas. O
mesmo aconteceu
com a triz Marilyn
Monroe, Janis
Joplin, Jimi
Hendrix, Jim
Morrison, além, é
claro, não poderia
deixar de citar
aqui, o rei do
rock, Elvis
Presley que assim
como Michael
Jeckson não
conseguia romper o
bloqueio existente
entre o cantor,
principalmente
quando se tratava
de finanças.
Como se vê a vida
de Megas Estrelas
não é nenhum mar
de rosas como
pensamos. Estes
estão expostos a
especulações a
escândalos que,
muitas vezes nem é
verdade assim como
a maioria dos fãs
de Michael Jakcson,
que não acreditam
que este tenha
praticado
pedofilia.
Fatos como estes,
quando ocorrem
servem para
refletirmos sobre
as nossas vidas e
as vidas dessas
pessoas quando
revelam que estas
também enfrentam
batalhas e não
vivem iguais aos
deuses imunes a
qualquer
dificuldade.
Assistindo ao
tributo ao ídolo
realizado nesta
terça feira dia 07
de julho, onde
vários amigos e
autoridades
norte-americanas
deram depoimentos
a seu respeito, a
impressão que fica
é que Michael
Jackson, realmente
era uma pessoa
singular. Rompeu
todas as
barreiras, uniu
nações e gerações,
bem como a luta
contra o
preconceito.
Talvez por este
partir de uma
pessoa que ele não
aceitava, que era
o seu pai.
Apesar de todos os
mistérios
atribuídos a sua
vida era uma
pessoa alegre,
gostava de viver.
Queria que todos
fossem felizes.
Sempre falava que
mesmo com o
coração triste,
deveríamos sorrir.
Além do mais teve
uma vida voltada
para a
solidariedade.
Gostava muito de
ajudar as pessoas.
Gostaria de ter
acabado com a fome
no mundo. E
gostaria de não
ter crescido.
Continuado sempre
criança.
O legado que
Michael Jackson
deixa ao mundo é a
grande lição de
vida como ser
humano, como
pessoa,
independente de
todas as
especulações a sua
vida particular. É
o grande feito que
ele fez pela
música pop. É a
grande
contribuição ao
combate ao
preconceito, este
fez o mundo
respeitar a garra
da raça negra
provocando
mudanças até na
política dos
Estados Unidos.
É a forma como
este se
apresentava
levando alegria
aos demais. É o
grande mistério
que soube fazer de
sua vida. É a saga
em deixar seu pai
que, o torturava,
fora do
testamento. Em
fim, a grande
façanha de se
tornar um “negro”,
“branco”
independente dos
motivos que o
levaram a isto. E
como se não
bastasse, por
último o grande
mistério, é para
onde foi ou para
onde vai o seu
corpo.
Que surjam outros
ídolos como
Michael Jackson
para que as
pessoas possam
acreditar que o
mundo ainda tem
jeito. E só assim
se unirem em favor
da inclusão social
e de um mundo de
“iguais”.