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Um determinado
internauta falou em
sua mensagem, no
mural, com tom de
ironia, que eu
acreditava nas coisas.
Quero dizer que eu
acredito sim, num
mundo melhor para nós
e para as gerações
futuras, senão, não
faria sentido ter
voltado para a
Universidade para
aperfeiçoar os meus
conhecimentos sobre a
questão social.
Portanto vou fazer a
minha parte naquilo
que estiver ao meu
alcance, uma delas é
contribuir para que as
pessoas vivam
seguramente, com
tranquilidade e
dignidade.
Entendo que uma das
melhores formas é
levar a estas o
conhecimento dos seus
direitos, ou seja, à
conscientização.
Falar sobre os
direitos das pessoas
seria para muitos,
bater na mesma tecla,
mas, acredito que para
outros valerá a pena.
Por isso, caro leitor,
se você continuar a
ler este texto,
provavelmente é por
que tem a mesma
opinião que eu.
Todos os homens nascem
livres e iguais em
dignidade e direitos.
São dotados de razão e
consciência e devem
agir, em relação uns
aos outros, com
espírito de
fraternidade. (Art. I
- Declaração Universal
dos Direitos do Homem-
1948).
Somos todos iguais
perante a lei, sem
distinção de qualquer
natureza, com direito
amplo de defesa sem
ser confundido ou
tratado como alguém
que está à margem da
lei.
As pessoas são todas
iguais, por ordem
natural, e todas valem
a mesma coisa. Todas
têm necessidades
fundamentais para a
sobrevivência e
convivência umas com
as outras.
Para os filósofos, de
maneira geral, e
independentemente de
suas intenções, a
concepção metafísica
prevaleceu, ao longo
da história, ao
corresponder, nas
sociedades que são
divididas em classes,
sempre aos interesses
daqueles que dominam,
e que estão sempre
preocupados em
organizar
duradouramente o que
já está funcionando,
ou seja, com interesse
em conservar os
valores e conceitos,
bem como as
instituições que já
existem, para que
possam impedir que as
pessoas cedam à
tentação de querer
mudar a realidade,
principalmente a forma
como estas vivem.
O fato é que as
divergências, bem como
os conflitos, fazem
parte da vida dos
seres humanos. As
pessoas são livres
para concordarem ou
discordarem em algo ou
em tudo, conforme a
sua vontade em
manifestar-se contra
ou a favor.
Desse modo é que cada
um se sente feliz e
completo. Mas para que
essa felicidade seja
completa e duradoura
temos que em primeiro
lugar, verificar se o
nosso comportamento
está contribuindo para
o aperfeiçoamento e
para o desenvolvimento
da sociedade. Para
isso devemos rever
algumas regras de
convivência que são
indispensáveis, para
que possamos respeitar
o nosso próximo.
Em se considerar que o
homem é um ser
racional possuidor de
inteligência este
deverá obedecer alguns
princípios e ou regras
que são os direitos
das pessoas
garantidos, primeiro
pela Declaração dos
Direitos Humanos, como
forma de convite à paz
entre estes, depois
pela Constituição
Federal, nossa Carta
Magma.
Todas as pessoas,
mesmo aquelas que
estão no poder são
obrigadas a obedecer e
respeitar esses
direitos que são
fundamentais e
necessários para se
estabelecer uma vida
social útil entre os
seres humanos, para
que estes possam viver
em harmonia.
Quando, de certa
forma, não o fazemos
sufocando o outro por
meio de um
comportamento
inadequado, estamos
sujeitos a sansões, ou
da justiça ou até
mesmo ao repúdio da
sociedade que pode se
manifestar contra esse
tipo de atitude
negativa.
É comum pessoas e
grupos sempre imporem
suas vontades para que
o direito atenda os
seus interesses. Isso
acontece
principalmente na
política, por que as
pessoas comuns não
procuram saber o que
está acontecendo nas
instâncias como
Legislativo e
Executivo. (O
legislativo que tem
como função básica
elaborar as leis ou
legislar, ou seja,
exercer funções
administrativas,
aprovando ou não as
contas do Executivo,
fiscalizando assim
todas as suas ações e
apurando
responsabilidades
através de Comissões
Parlamentares de
Inquérito, entre
outras coisas,
enquanto o Executivo,
que é próprio do
governo exerce as
funções
administrativas e
aplica as leis,
zelando pelo seu
cumprimento).
Na maioria das vezes
as pessoas não se
interessam em assuntos
políticos, deixando
assim, uma brecha onde
aqueles que são
eleitos para defender
os direitos da
população não
fiscalizem e nem
controlem as decisões,
ficando bem à vontade
para decidir em seu
próprio favor e assim
dos seus interesses,
desprezando as
necessidades do povo
e, portanto, deixando
de cumprir as leis.
Muitas pessoas têm
suas preferências e
suas particularidades.
Muitas, às vezes,
nunca estão de acordo
com as diferenças
individuais, embora
haja regras que
regulam determinados
tipos de
comportamentos, e
determine o que é
permitido e o que se
deve fazer ou não.
Muitas ainda saem por
aí podando os direitos
e as particularidades
dos outros.
A inexistência das
leis, decretos e os
atos administrativos
que são a favor da
população deixam sem
explicação a todos os
cidadãos que cumprem
com os seus direitos e
deveres confiando o
seu voto aqueles que
irão lhes representar.
Todos nós devemos
exigir que a sociedade
ou as demais pessoas
respeitem nossa
dignidade, garantindo
os meios de
atendimento às nossas
necessidades básicas e
de bem estar social.
Você, como pessoa
consciente pode lutar
por seus direitos,
pois estes são, na
verdade, princípios
básicos para se viver
em PAZ.
É importante que, você
(e)leitor ao votar
procure saber o
histórico do seu
candidato como regra
indispensável, para
garantir uma ordem
justa e para que possa
acompanhar a sua
participação
permanente nas
instituições, nos
sindicatos e outras
organizações de base
que atendam os
direitos de cidadania.
Continuemos na luta e
acredite, você também,
só assim poderemos
melhorar o nosso país.
Lembre-se um povo sem
esperança é um povo
sem sonho. Por isso é
melhor sonhar do que
lastimar.
Luma |