Pois é ... Mais uma
vez volto a escrever
um novo texto sobre
CJD. Entendo que
isso se faz
necessário, não só
pela passagem do seu
aniversário, mas
também pelo momento
em que a cidade
passa, no seu atual
contexto histórico e
também pelas várias
polêmicas levantadas
no Portal, através
do Mural de Recados,
a seu respeito.
Percebe-se que já
existe uma situação
bem íntima entre
este meio de
comunicação e a
cidade, ou seja,
pelo momento que
esta vive, ou seja,
pela sua população
ser tão atuante, ou
ainda por ter uma
colunista de origem
desta.
Coronel José Dias,
"Várzea Grande" para
os mais íntimos e
saudosistas, sempre
foi uma das cidades
mais visitadas pelos
sanraimundenses,
sendo esta,
considerada co-irmã
de SRN.
No auge dos seus
dezoitos anos, onde
completa a maior
idade, vejo que isso
ainda faz sentido,
quando olhamos para
a sua história
política, onde já
tivemos um filho da
terra que foi
vice-prefeito de SRN
e também quando
vemos o seu nome ser
em homenagem a um
filho, também da
cidade. Ou ainda
quando vemos, todas
as vezes que há
festas, ou festejos,
ou carnaval
tradicional ou
aquele "fora de
época" lá estão os
sanraimundenses
marcando presença.
Refletindo um pouco
mais, podemos nos
perguntar: A que
podemos atribuir
esse processo? Será
que não é por isso
que a vejo ser tão
cortejada? Bonita,
aos meus olhos,
também. E por que
não desejada? Será
por que tanta
polêmica ao ser
destituído um
prefeito e
recolocado outro?
Convido aos meus
conterrâneos, de bom
senso, a refletirem
junto comigo!!!!!!!!
Muitos deles se
fazem presentes no
dia-a-dia do Portal,
alguns já me
indagaram por que
não voltar a residir
lá, já que é o meu
torrão e hoje
posso me considerar
uma das cabeças mais
privilegiadas da
cidade.
"Expressão do leitor
Porto Lira de
São Paulo". Essa
proposta, já ouvi
também do atual
prefeito, em forma
de cobrança.
Não sei se voltaria
a residir em CJD,
até mesmo por
questão emocional.
Esta me traz muitas
lembranças,
principalmente, do
meu pai, que já não
está mais em nosso
convívio.
O local onde vivi a
minha infância, a
mais saudável
possível e
verdadeira, hoje já
não nos pertence
mais, se tornando
apenas na lembrança.
São várias as coisas
que, com o tempo
foram perdendo o
significado. Embora
este tenha sido,
apenas de forma
física, mas não
cultural e
emocional.
Reconhecendo que
aprendi outra
cultura, onde muitas
coisas poderiam ser
repassadas para essa
gente, por meio de
projetos
sócio-educativos, os
quais estou, de
certa forma,
preparada, como é o
caso do Pe.
Francisco, me ponho
a pensar...
Quando presencio
todas essas
festanças me ponho a
refletir sobre uma
conversa que tivemos
com o prefeito, lá
pelo mês de janeiro,
onde este falava que
comprometia todo o
seu salário, com
assistência às
pessoas que lhe
procuravam, pedindo
ajuda. E aí eu faço
um linque com um
recadinho postado no
Mural, onde um
internauta me falava
que eu, realmente
não conhecia mais
CJD.
Realmente há de
frisar que quando eu
faço uma relação com
esta situação e com
as atitudes de
determinados
conterrâneos, eu,
com certeza,
desconheço a cidade.
São situações onde
se mostram o
desrespeito, a
pressão e até mesmo
o ataque pessoal a
pessoas que de certa
forma, desempenham e
ou desempenharam um
papel de
contribuição ao
desenvolvimento,
embora que tardio,
eu fico preocupada.
Realmente são fatos
que preocupam.
Independente de tudo
isso quero deixar os
mais expressivos
PARABÉNS a essa
cidade maravilhas.
PARABÉNS e um brinde
a essas pessoas que
fazem de CJD a mais
bela cidade do
Estado do Piauí.
Meus PARABÉNS a
esses corajosos
conterrâneos que aí
permanecem até hoje,
fazendo desta
cidade o que ela é
de fato.
Meus PARABÉNS aos
políticos e
personalidades, que
a prestigiam em toda
e qualquer data.
Meus PARABÉNS ao
Portal, que sempre
está presente,
fazendo a mais bela
cobertura e dando
espaço aos meus
conterrâneos.
Meus PARABÉNS,
também a todas as
outras cidades que
fizeram aniversário.
Gostei muito das
comemorações de Bom
Fim do Piauí. Ao
Paulo Henrique,
prefeito, minhas
sinceras
considerações.
Apenas, não podemos
esquecer que todas
essas cidades foram
agraciadas pelos
projetos da PNAS,
Política Nacional de
Assistência Social,
após pesquisa do
Ministério Nacional
de Assistência
Social, que tem
apresentado, nas
últimas décadas, uma
política mais
comprometida com as
cidades brasileiras,
onde seu objetivo é
expandir a
Assistência Social a
seus 5.564
municípios, afim de,
transformá-los em
processos concretos
de gestão pública,
para um maior
desenvolvimento
destas.
Temos que reconhecer
que houve uma grande
conquista e avanços,
que por sua vez, se
aprofundam no
território da
população como
serviços, programas
e benefícios
realizados para a
proteção de grupos
vulneráveis.
Portanto é louvável
que estas pessoas
reconheçam esses
trabalhos e se
sintam sujeitos
destes, para que
haja, sempre, o que
se comemorar em
datas festivas como
estas de então.
Um brinde a todos.
Luma, Lucineide Maria.