O cenário político
brasileiro, já
aponta para uma das
mais sensacionais
corridas eleitorais,
considerada o maior
evento democrático,
onde todos os
eleitores são
convidados a votar.
A eleição de 2010,
trás um fato
inédito, que é a
“mulher” como
candidata a
presidente da
República, ou seja,
um cenário jamais
visto na história do
Brasil,
configurando-se
também, no fim de
uma era. A”era”
Lula.
Um governo para
muitos, cheio de
conflitos, seja
quando se fala de
“mensalão” seja
quando se fala de
“dinheiro na cueca”,
“valerioduto” e
outros. Ou seja
ainda, para outros a
realização de sonhos
quando se fala de
“Bolsas” sem ou com
alças.
Embora haja muitas
críticas da
oposição, Lula
segue firme. Em
cerimônia de
inauguração da
Barragem do Ribeirão
João Leite, onde
ressaltou a
importância da
interligação do país
por ferrovias para a
redução dos custos,
esse fez também um
balanço das obras
executadas pelo seu
governo.
O presidente acaba
de lançar a segunda
edição do PAC,
conforme anunciado
no dia primeiro de
fevereiro, em
Goiânia, embora este
reconheça não ter
atingido a meta da
primeira edição,
motivo, pelo qual,
há sérias críticas
da oposição.
Considerado, em 2009
o “homem do ano”
pelos jornais Le
Monde e El País,
Lula é visto,
hoje, como o
Presidente da
República com maior
índice de
popularidade.
Também o jornal
britânico
Financial Times
aponta Lula
como uma das 50
pessoas que moldaram
uma década, com
charme e habilidade
política, se
tornando o líder
mais popular da
história do país.
Segundo Lula,
depois dele, só o
governo Ernesto
Geisel (1974-1979)
investiu mais em
infraestrutura no
país. A diferença,
para ele, é que
Geisel endividou o
Brasil.
Hoje, segundo Lula,
o Brasil empresta
para o Fundo
Monetário
Internacional (FMI),
e trouxe de volta as
empresas que
deixaram o país em
busca de
investimentos e
reapararelhou a
engenharia do
exército, que tem
assumido obras
importantes.
A verdade é que pela
sua atuação no meio
ambiente,
erradicação da
pobreza, incremento
na geração de
empregos,
redistribuição de
renda e ações em
outros setores, com
a finalidade de
melhorar a condição
mundial, temos que
reconhecer que este
homem fez a
diferença,
principalmente, na
área social. A
política monetária,
hoje goza de
autonomia prática,
embora não
reconhecida por lei.
Por todos esses
feitos e outros
mais, Lula
recebeu a premiação,
inédita, de
Estadista Global, no
Fórum Econômico
Mundial de 2010,
realizado em Davos
na Suiça. Quebrando
o protocolo, ao
enviar uma terceira
pessoa (chanceler
Celso Amorim) para
ler o seu discurso,
já que este estava
com problema de
saúde.
Uma coisa é certa, e
talvez, seja isso a
razão do seu
sucesso. O
presidente Lula
sempre fala que não
privilegia partidos
na liberação de
recursos para
estados e
municípios.
“Governar o país não
é governar para um
grupo e amigos”,
disse. Um dos grades
exemplos, é a compra
da Nossa Caixa, do
governo de São
Paulo, comandado por
seu adversário
político, o
governador José
Serra (PSDB), pelo
Banco do Brasil. “Ao
invés de privatizar
os bancos, nós os
compramos pelo Banco
do Brasil. Quem é
que salvou o crédito
nessa crise? Foi o
Banco do Brasil,
foram os bancos
públicos”, afirma
Lula. Se não
fossem os bancos
públicos a gente
tinha levado o país
a uma crise tão
grave quanto nos
Estados Unidos e
países da Europa”,
disse.
Em sua coluna, no
jornal Folha
Metropolitana de
Guarulhos, quando
uma senhora
aposentada pede para
que não seja vetada
a distribuição de
renda do petróleo
entre os estados e
municípios, este
responde: “Nos
projetos que
enviamos ao
Congresso, definimos
o marco regulatório
do pré-sal,
garantindo o regime
de partilha e a
formação de um fundo
social, cujos
rendimentos serão
aplicados em,
educação, ciências e
tecnologia, saúde,
meio ambiente e
cultura”. Explica.
Lula explica
ainda que sobre os
recursos dos
royalties, tão
defendido, no Piauí
pelo deputado
Marcelo Castro, de
acordo com este
Portal, os
municípios não devem
gastar com custeio e
sim priorizar a
educação.
Para Lula, ao
ser indagado por uma
leitora do ES, por
que as vagas em
universidades
federais não são
destinadas só a
pessoas de famílias
com renda de até
três salários
minimos, este
respondeu: o
conceito de educação
pública não faz
separação por nível
de renda, este
afirmou ainda, que
foram criados, em
seu governo, 14
novas universidades
e 105 novas
extenções
universitárias, e
ainda, os números de
vagas nas
universidades,
passaram de 113 mil
em 2003, para 227
mil em 2009, além da
criação do Prouni,
que concede bolsas a
596 mil jovens de
famílias carentes e
do Enem que,
praticamente,
eliminou, o
vestibular
convencional.
Para o idoso o
grande feito foi o
direito a passagens
gratuitas, após os
60 anos, garantido
pelo Estatuto do
Idoso.
Foi também em seu
governo que o
Conselho Nacional de
Assistência, torna
legítima a LOAS –
Lei Orgânica da
Assistência Social –
e assim as
Instituições
Sociais, de acordo
com o que está
preconizado na
Constituição
Federal. ? através
de recomendaçãoes
deste Conselho, que
o Ministério do
Desnvolvimento
Social e Combate à
Fome, por meio da
resolução do art. 3?
da LOAS, acerca das
Entidades e
organizações de
assistêcia social,
mediante indicação
de suas
características
essenciais, e
recomenda a
regulamentação e
compatibilização
dessa resolução,
para que Conselhos
Municipais se
inscrevessem com
condição essencial
para o
encaminhamento de
pedido de registros
e certificados de
Entidades
Beneficentes de
Assistência Social,
com exclusividade
para as entidades de
Assistência Social,
de acordo com a
LOAS.
A economista
Isabel Ruckert,
em Mercado Ético
Blog Archive,
declara que o
impacto que os
programas de
transferência de
renda está tendo no
Brasil, faz com que
a situação como,
concentração de
produção e
desigualdades
sociais sejam
minoradas. Esta
afirma ainda que a
renda recebida pelos
beneficiários
melhorou o consumo
das famílias,
elevando a demanda
agregada, e,
consequentemente, a
situação econômica
daqueles municípios
mais pobres do país.
Pesquisa feita pelo
Instituto da
Análises Sociais e
Econômicas (IBASE),
em junho do ano
passado, mostrou que
os benefiários do
Bolsa Família
utilizaram os
recursosda de
transferência,
sobretudo para
comprar alimentos,
material escolar e
remédios.
Como se vê, a
questão econômica
sempre foi a pauta
do seu governo.
Houve o aumento de
transferência de
renda com o Bolsa
Família, Salário
Mínimo e o aumento
no déficit da
previdência.
Embora haja muitas
críticas a seu
governo, Lula
é considerado hoje,
o maior líder
político da história
do PT, do Sindicato
dos Trabalhadores do
Grande ABC, do
Nordeste e do País.
Isto tem lhe rendido
muitos pêmios e
honrarias, levando-o
ao patamar, entre os
presidentes, o que
mais ganhou prêmios
de horarias.
Até para seus
supostos
adversários, como é
o caso do
ex-presidente
Fernando Henrique
Cardoso, que em
entrevista,
concedida à rádio
CBN, em primeiro de
abril, declarou:
“Lula é considerado,
um fenômeno. Jamais
nas Américas veremos
um homem com sua
popularidade”.
Não sou do partido
do PT e nem do PSDB,
sou pela justiça
social e, acredito
nas mudanças.
Acredito, também que
esta, só virá com a
grande importância
que este presidente
deu para a questão
social. Muitos dos
Projetos Sociais,
este pretende tornar
Lei. Espero que isso
se torne realidade.
Considero que o seu
trabalho e a sua
luta sejam
reconhecidos por
todos os
brasileiros.
Precisamos, em
primeiro lugar,
entender,
principalmente, qual
é a diferença entre:
obras federais,
estaduias e
municipais, para que
possamos perceber
que o país
desenvolveu,
principalnmente na
área social, quando
este minimizou a
pobreza com a
criação de projetos
sociais e a
ampliação de outros
que já existiam.
Portanto, ou seja
José Serra, ou Dilma
Rousseff, ou
qualquer outro que
vier a ocupar o seu
lugar, que dê
continuidade a este
trabalho, que tem
ajudado aos mais
vulneráveis, e que
este seja apenas um
intervalo da “era”
Lula.
Fonte: Wikipédia
Jornal: Folha Met.
de Grs
Luma, Lucineide Maria.