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Luma, Lucineide Maria,  oriunda de Coronel José Dias, onde aos treze anos migrei para São Raimundo Nonato, com a finalidade de prosseguir nos estudos. Concluí o Curso Ginasial hoje, Ensino Fundamenta, no Colégio D. Inocêncio e o Magistério na “Escola Normal Madre Lúcia” em 79 aos 21 anos.

 

Em 1990 passei a residir em São Paulo, na cidade de Guarulhos, onde estou até hoje.  Aqui concluí o curso de Pedagogia e exerço a função de Professora do Ensino Público Estadual.

 

Atualmente cursando Serviço Social, com o objetivo de voltar às raízes e contribuir com os meus conterrâneos naquilo que for possível na área social.

 

Como Já dizia a minha avó. “O bom filho é aquele que tem asas para voar e raízes para retornar”;

 

 


Trânsito, farol ligado para a segurança

lumasoliver@yahoo.com.br


Cuide de seu corpo: você mora nele.

 

 

De acordo com estatísticas da Universidade de São Paulo (USP), acidentes de trânsito e a violência urbana são as maiores causas da mortalidade de pessoas com menos de 35 anos de idade. Em se tratando da população masculina nessa faixa etária, os acidentes de trânsito são a primeira causa de mortalidade e também os responsáveis por lesões e incapacidades graves.

 

Os acidentes de trânsito matam hoje mais de um milhão de pessoas por ano, em todo o mundo e deixam entre 20 milhões de vítimas com seqüelas, em sua maioria, jovens, que são obrigados a conviver com o problema para o resto da vida. Os países perdem de 1% a 2% da sua riqueza com gastos relacionados a estes acidentes.

 

Induzidos pela dupla mortal, álcool e direção, os acidentes acontecem com mais freqüência, no perímetro urbano, na maioria, causados por excesso de velocidade. Nas grandes cidades prevalecem os atropelamentos e os acidentes com motocicletas, onde as vítimas sofrem lesões muito sérias ou fatais.

 

O álcool é o grande vilão e interfere, significativamente, no grande número de acidentes. As pessoas acham que beber um pouco pode lhes permitir dirigir, passando por cima da lei e desconhecendo, de forma irresponsável o quanto uma dose de bebida pode afetar os reflexos, que colocam em risco a sua vida e a de muitos inocentes.

 

Os fatores que nos põem em riscos nas ruas ou nas estradas são muitos, desde a manutenção e construção de carros vias e estradas, até o comportamento de pedestres e motoristas que desrespeitam os procedimentos mais elementares de segurança.

 

Estou em período de férias, onde fui a Teresina, resolver alguns problemas particulares e fiquei indignada com a situação das estradas, principalmente, a que liga São Raimundo a Floriano, considerada, a segunda pior rodovia do país. Na rodovia que liga São João do Piauí a Coronel José Dias, existe uma curva onde é impossível quem passa por ali, contar o número de cruzes indicando, as possíveis vítimas que ali perderam suas vidas. A curva já é chamada de “Curva da Morte”.

 

É importante que as pessoas estejam atentas na direção de um veículo e ter em mente que alguns segundos de distração podem ser fatais. Para se ter uma idéia, a ação de um motorista em acender um cigarro leva o tempo de 3 segundos o que significa 80 metros percorridos. Ao beber um copo de água ou sintonizar um rádio, o tempo estimado é de 4 segundos e 110 metros percorridos a 100 km/h. Ao consultar um mapa, o motorista leva mais 4 segundos, significando 110 metros percorridos. Ao discar o número de um telefone o motorista leva 5 segundos, significando 140 metros percorridos se este estiver a 100 km/hora.

 

É necessário saber que os acidentes não acontecem por acaso, estes acontecem, com mais freqüência, por excesso de velocidade. Nas grandes cidades prevalecem os atropelamentos e os acidentes com motocicletas, onde as vítimas sofrem lesões muito sérias ou fatais.

 

Em São Raimundo Nonato, após a atual administração, é possível observar uma considerável mudança. O trânsito flui de forma harmoniosa, o que em tempos, não muito distante não era possível, apesar de ainda haver alguns engraçadinhos, que não respeitam a sinalização e insistem em andar na contramão, não obedecendo ou desconhecendo a sinalização.

 

Há ainda, uma grande necessidade de uma maior organização, por parte da atual administração, no que diz respeito à circulação e estacionamento de ônibus, onde se percebe que ainda se encontra de forma desordenada.

 

É necessário citar, aqui, também o grande feito, em relação à fiscalização aos motociclistas, que não praticam o uso do capacete, onde muitos ainda fazerem uso deste, apenas pendurado no braço, como se fosse um mero objeto sem utilidade. O uso do cinto de segurança, também, ainda é tímido, apesar de ser obrigatório. Ainda há muito que se fazer na questão da conscientização das leis de trânsito para uma maior segurança nas ruas e nas estradas.

 

Portanto caros usuários, o farol deve estar sempre ligado e alerta para que ao beber e ao usar qualquer tipo de droga, não dirija, não permita que algum amigo faça isso. Não entre em um carro com alguém alcoolizado na direção. Nesse caso, chame alguém sóbrio para conduzir o veículo ou pegue um táxi, ou então use alternativas mais segura. É necessário que se faça o uso de protetores (capacetes e outros) ao andar de moto ou bicicleta. E ainda, se estiver de bicicleta, procure os lugares apropriados, evitando ruas com movimento intenso. Preste mais atenção ao atravessar ruas, avenidas e ou vias expressas, assim a farol verde estará sempre aberto para uma vida saudável e sem seqüelas e ou traumas do trânsito.

 

O farol deve estar vermelho apenas para os políticos de má fé, que não se preocupam com o bem estar social da população que os elegeu ou não, como cidadãos de boa fé.

 

2010 é ano eleitoral, é necessário que o farol permaneça fechado para estes políticos que fazem do seu palanque um arsenal de promessas que não serão cumpridas, deixando a população à mercê de situações desfavoráveis a uma vida saudável e com saúde e sem seqüelas ou traumas.

 

 

Luma, Lucineide Maria.

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Está coluna é de inteira responsabilidade da colunista Luma, Lucineide Maria.