A ideia de um mundo
globalizado, ainda é
muito confusa para a
maioria das pessoas.
Clovis
Brigagão e Gilbert
Rodrigues,
afirmam em seu livro
“Globalização a olho
nu”, que a palavra
“Globalização” está
na boca e na cabeça
de todos:
funcionários do
governo, políticos,
banqueiros e
empresários,
trabalhadores,
executivos,
funcionários
internacionais,
cientistas,
publicitários,
jornalistas,
artistas, estudantes
e empregados de
serviços
profissionais de
toda gama. Mas,
mesmo assim esta
ainda traz um grande
impacto e produz
como mágica uma
sensação estranha de
“aldeia globalizada”
e conectada com o
mundo todo: Estados,
sociedade, pessoas,
culturas, mercados,
meio de transporte,
de comunicação e de
informação.
Mais
que tudo, a
globalização
expressa formas de
vida, valores
opiniões,
pensamentos, ideias,
teorias, ideologias
sobre o que
chamamos,
simplesmente, de
Política global da
globalização.
Para muitos esse
fenômeno não é
recente. A pax
romana foi
sempre vista como um
império global
e mesmo em
decadência, com a
invasão dos
bárbaros, teria
dado a primeira
grande partida para
o processo de
unificação no mundo.
Percorrendo esse
longo caminho
histórico-temporal
rumo ao presente,
várias outras
camadas e tempos
foram se sucedendo.
Num mundo
globalizado a
questão dos lugares
e das identidades
parecem
radicalizadas. Somos
globais por
estarmos num sistema
mundial em que cada
identidade pode se
expressar e
interagir com outras
identidades. Não
sendo assim, uma ou
poucas identidades
culturais acabariam
sufocando várias
outras e aí não
teríamos a
globalização,
mas sim a velha e
histórica dominação
e segregação que
acompanha a história
das relações
internacionais.
Mas por outro lado a
globalização,
enquanto
capitalismo é
aquela onde há
discriminação,
preconceito e
desigualdade social,
se não houvesse esta
distância, onde
todos fossem
respeitados como
seres de direito,
todas as leis fossem
respeitadas e
ninguém vivesse em
situação de
vulnerabilidade,
podíamos dizer que o
mundo estaria
globalizado.
No Brasil e no
mundo, assim como em
SRN, ainda há muito
o que se fazer,
principalmente em
termos de cultura.
É importante que
desenvolvamos o ato
de ler, apesar de
haver coisas que não
acrescentam, em
nada o nosso
conhecimento, como é
o caso de alguns
comentários, de
navegadores da
net, do tipo do
“Além do Horizonte”,
recheado de
preconceito e
desrespeito às
pessoas.
No entanto, vejo que
é de grande
importância, vermos
esse tipo de
comentário, exposto
no mural, para que
possamos fazer uma
análise do nível
cultural de
determinados membros
da sociedade, e
assim investir mais
na área da educação
e ou em todos os
órgãos que, de certa
forma, estão
envolvidos com a
educação e a cultura
em geral. Só assim
poderemos entender,
por que pessoas se
manifestam dessa
maneira.
Acredito que este ao
se manifestar contra
ações minhas e do
vereador Laércio,
poderá ser
impulsionado por
algum interesse ou
induzido por algo
que está a lhe
incomodar.
A conquista desse
espaço que consegui
no Portal, foi a
custa da minha
competência, o que
tenho mostrado em
meus artigos, que
tem demandado muita
dedicação.
Tenho me comportado
com o máximo de
ética, pois venho
percebendo que
enfrento uma
batalha, comigo
mesma, toda semana
ao elaborar o meu
texto, de acordo com
as necessidades do
meu público, o que
demanda muita
dedicação e
responsabilidade.
Hoje já colho os
frutos desse
trabalho, quando
vejo pessoas
renomadas e dos
quatro cantos do
país, elogiando e
fazendo
considerações
positivas a esse
respeito. Portanto
jamais vou permitir
e aceitar que
pessoas de má
índole, venham
descaracterizar o
meu trabalho,
alegando imitação,
ou plágio, pois sei
que isso é crime e
tenho muita
capacidade para
elaborar os meus
textos, sem que haja
necessidade para
tal.
O meu objetivo é
contribuir com o
desenvolvimento
cultural das
pessoas,
impulsionando ao
crescimento destas e
estimulando ao
exercício da
cidadania. É salutar
tornar isso
verdadeiro.
Quanto ao vereador,
entendo que a
confiança, o
respeito ao outro, a
humildade, a
simplicidade, estão
expressas no seu
desejo de inovar,
quando este se
preocupa em
denunciar aquilo que
não está de acordo
com os moldes
culturais e ou
sociais.
Um profissional,
jamais poderá ser
criticado quando
este não encontra
respaldo naquilo que
é de suma
necessidade. Nesse
caso há uma
necessidade
orgânica, que foge
do nosso domínio e
da nossa vontade.
Eu, como
profissional da
educação, jamais me
submeteria a uma
situação dessa. Ter
que procurar a
caatinga para fazer
as necessidades
fisiológicas.
A professora, em
questão deve
procurar os seus
direitos, e em
último caso se
recusar a ir
trabalhar, sem
prejuízo em seus
vencimentos, já que
houve uma denúncia,
por um vereador, da
cidade, independente
de ser seu esposo ou
não, denúncia esta
que tem provas,
suficiente, que são
as fotos.
O vereador está
cumprindo o seu
papel, independente
de ser ou não esposo
de uma das vítimas e
ou ser da caatinga
ou não, como relata
o internauta, “Além
do horizonte”, de
forma grosseira e de
mal gosto, quando
também coloca em
cheque o seu
caráter.
Esse fato nos leva a
retroceder a época
do descobrimento do
Brasil, quando da
vinda da Corte
Portuguesa, que se
instalou no Rio de
Janeiro em 1808,
onde não havia redes
de esgoto e as
condições de higiene
eram ruins, e vacas
e cavalos pastavam à
vontade nas praças,
as casas eram de
palhas e se
estendiam ao longo
das ruas lamacentas
sem calçamento e
iluminação. Na
maioria das casas
não tinham privadas.
Na época a população
usava as chamadas
fossas negras,
simples buracos
abertos na terra
onde se eliminavam
os dejetos. Outra
alternativa era o
uso dos penicos para
as necessidades
fisiológicas,
durante à noite. De
manhã, nos bairros
pobres os
excrementos eram
lançados pela
população nas ruas e
praças da cidade, o
que ocorria, também
em Londres e outras
cidades européias.
Já as famílias
ricas, encarregavam
seus escravos de
lançar seus dejetos
, armazenados em
grandes barris, nas
praias da cidade.
Como não havia
coleta de lixo, os
restos eram jogados
em todos os locais
como: praças, ruas,
praias e outros,
favorecendo a
proliferação de
ratos, baratas e
moscas, responsáveis
pela transmissão de
inúmeras doenças
endêmicas.
É inaceitável, que
em pleno século XXI,
ou seja, em tempos
modernos, ainda
deparamos com uma
situação desta, onde
as pessoas,
principalmente
profissionais da
educação, como nesse
caso, que tem como
papel instruir seus
alunos e as pessoas
em geral, a não
cometerem esse tipo
de atitude, terem
que fazer suas
necessidades
fisiológicas, na
caatinga, fato
esse, que provoca
danos à saúde,
Sabe-se que muitas
doenças, até hoje,
são transmitidas por
conta do processo,
“fezes ao ar livre”,
onde as águas das
chuvas se encarregam
de transportar as
bactérias e os
vermes para os rios,
e ou lagos, o que é
comum no interior,
onde não há água
tratada e as pessoas
consomem dos açudes,
lagos ou rios.
A justificativa da
Diretora da Escola,
para o problema, não
é convincente, haja
vista alguns
internautas
relatarem que o
problema se arrasta
à três meses. Seria
melhor que esta
viesse a pública e
colocasse as
dificuldades
encontradas na sua
administração. Não
sei se a referida
Escola possui APM –
Associação de Pais e
Mestres e ou uma
Cantina Escolar, ou
se há o processo de
realização de
eventos, onde esta
possa retirar uma
renda para esse tipo
de manutenção. Se
não tiver, o ideal
seria ter, só assim,
esta não dependeria,
somente da verba
pública e resolveria
com mais rapidez
esses probleminhas
de manutenção. Pelo
fato desta ser
também uma
profissional da
educação, não
justifica esta
alegar que na
Escola existe um bom
trabalho, sendo que,
há esse tipo de
defasagem.
Portanto entendo que
ainda há muito o que
se fazer por essa
população. Acima de
tudo, quero dizer
que fatos como esse,
bem como de
determinados
comentários na net,
são de tamanha
adversidade. Sendo
um momento oportuno
para a reflexão e a
construção de algo
melhor, em prol do
combate à
desigualdade social,
que não para de
crescer. O que
demanda coragem e
competência na busca
de mudanças efetivas
para a sociedade
globalizada.
Luma, Lucineide Maria.