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ste texto é uma
introdução daquilo que
pretendo desenvolver
junto a este coletivo.
Participar desta
equipe, com este grau
de intelectualidade,
bem como, encarar
estes leitores é de
muita complexibilidade.
Foi difícil tomar a
decisão em participar
deste tão bem
conceituado meio de
comunicação.
O que mais provocou
uma decisão foi à
indicação dos
internautas: Grego,
Nonato e Alexandre e
as críticas
construtivas de alguns
outros.
O incentivo ficou por
conta dos colegas da
Universidade, dos
colegas de trabalho e,
em especial do Profº
Ney, da disciplina de
“Fundamentos Teóricos
do Serviço Social”,
que considero um dos
melhores do quadro.
Este gostou muito da
idéia da minha
participação e
garantiu que eu estou
preparada, pelo fato
de que há algum tempo,
o mesmo ter solicitado
um artigo como
trabalho e neste
atingi a nota máxima,
dentre os poucos
alunos de uma sala de
mais de quarenta.
O artigo é um balanço
dos movimentos sociais
nos anos oitenta, o
qual em breve
partilharei com vocês,
leitores. Farei apenas
alguns ajustes.
Assumo a
responsabilidade com a
idéia de contribuir
com a equipe e com os
leitores de forma
crítica aos
acontecimentos
polêmicos que envolvem
a sociedade como um
todo, partindo da
concepção de que um
povo crítico e
consciente que conhece
os seus direitos de
cidadão, tem mais
possibilidades de
lutar por estes e
assim ser mais feliz.
Abordarei temas sobre
o que quase ninguém
fala, mas que deveria
ouvir. Serão textos
que irão seguir a
linha de nossa
história cotidiana em
busca de liberdade e
sobrevivência.
Pretendo transmitir um
pouco do conhecimento
acumulado neste meio
século de vida
dividindo,
principalmente com os
meus conterrâneos, e
também fazer a
diferença como
participação feminina
no quadro de
colunista.
Portanto o ponto
principal da discussão
será “O Saber e o
Poder um Exercício de
Cidadania” com a
intenção de garantir
aos leitores textos de
fácil compreensão e
que lhes proporcione o
prazer de ler.
A escolha do título da
Coluna fica por conta
da luta por liberdade,
que é constante em
nossos dias, apesar de
vivermos num país que
se diz democrático.
Estarei sempre aberta
ao diálogo, ás
críticas e a tudo que
venha contribuir para
crescermos juntos.
Espero corresponder a
expectativa de todos,
principalmente aqueles
que de uma forma ou de
outra contribuíram
para esta decisão.
Obrigada!
Luma, Lucineide Maria. |