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   Com Zeferino Junior      

 

Entrementes, entre mentes, entre mim e ti. Entretanto, entre tantos, no entanto.......

Caros leitores-internautas, "ocuparei" este espaço pra falar e "provocar" vocês sobre política, cultura e direito.

 

 
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Luma, Rocha e Observador: comentam..

z_junior@bol.com.br


          

De: luma
Para: Zeferino
Cidade: guarulhos

Mais uma vez se destaca com esta matéria "fé, razão e sentença". Como o próprio título fala. Todos foram sentenciados. A mãe desta criança, que gerava em seu ventre mais duas crianças, as crianças, o padrasto, a equipe médica e a igreja. Para nós, que somos apenas pobres mortais, só nos resta a indignação e a esperança de q/ coisas desse tipo desapareçam do nosso meio. Parabéns.

postado em 14/04/09 21:32

 

De: ROCHA
Para: Zeferino Jr.
Cidade: São Raimundo Nonato - PI

Prezado Zeferino;
Sobre seu mais recente texto (muito bem escrito como sempre), acho realmente que é uma questão muito polêmica, porém a Igreja Católica parece ter parado no tempo.
"Excomunnão" é um termo medieval, ela se esquece que hoje há várias correntes religiosas cristãs, e mesmo assim ela se acha no direito de excomungar (excluir da comunidade) isso é de um tempo em que só existia...

postado em 14/04/09 13:46

comentários[0]

De: Observador
Para: Zeferino
Cidade:

Os clérigos tambem mataram. Mataram no coração de pessoas simples a fé em Deus, pelo menos no deus que eles dizem representar sem apresentar uma procuração comprobatória do mandato. Louvo a atitude dos médicos: mataram vidas que não se sabe se chegariam viáveis na época do nascimento e preservaram uma vida que, apesar de provisoriamente arruinada, ainda tem chance de salvação, a vida da menina....

postado em 13/04/09 15:08

comentários

                                               Luma, Rocha e Observador: comentam..

 

Introduzo o texto da semana, copiando e colando. Não poderia deixar de render minhas homenagens aos leitores acima. Hábeis na escrita e formadores de opinião comentaram com precisão o meu último

Introduzo o texto da semana, copiando e colando. Não poderia deixar de render minhas homenagens aos leitores acima. Hábeis na escrita e formadores de opinião comentaram com precisão o meu último texto – “Fé, razão e sentenças”.

 

Confesso que a minha posição como colunista é ao mesmo tempo confortável e desconfortável. Confortável, por ter a disposição um espaço generoso cedido graciosamente pelo amigo Weslley; desconfortável, porque quando escrevo exponho-me. Revelo meus pensamentos e minhas tendências políticas, além de outras coisas. Fico sujeito a críticas e ofensas. Como ficou evidenciado em alguns momentos no mural de mensagens com dois dos comentadores acima. Mas também há elogios gratuitos.

 

Reconheço, porém, meus erros. E sei quando me excedo. O que torna tudo isso saudável, certamente, é a interação e a possibilidade de construir idéias e pontes entre nós.

 

Os comentários acima postados são a sentença definitiva de que “tudo vale a pena se a alma não é pequena”, como já dizia um dos maiores poetas da língua portuguesa – Fernando Pessoa.

 

Tratar de um assunto que, pelas circunstâncias, ganhou contornos dramáticos, dividindo opiniões, da forma como foi tratado, é formidável. E foi assim que foi feito pelos comentadores de plantão: Rocha, Observador e Luma.

 

Quando, volta e meia, olho a coluna e vejo a quantidade de textos escritos assusto-me. Tratei de quase tudo, sem saber de quase nada. É uma caminhada semanal. Difícil e saborosa pelo deserto árido dos temas.

 

            Os textos fluem naturalmente. Não poderia ser diferente. Em regra, não os premedito. Às vezes, sento para escrever sobre algo e acabo tratando de outro assunto. Escolher temas de antemão acaba, às vezes, engessando a imaginação e podando o escriba.

           

            Gosto de todos os temas. No entanto, os que me vêem naturalmente são os melhores. A espera no sinal do trânsito, um gesto qualquer de um transeunte, uma notícia na TV, uma fala de uma personalidade, pode gerar um tema apto a ser desenvolvido.

 

            O texto que gerou os comentários acima surgiu da indignação. As sentenças proferidas pelas autoridades atingiram-me de cheio. O reconhecimento da precariedade humana mexeu comigo. E a sensação de condenação geral e irrestrita acabou por me diminuir.

 

            O que me engrandeceu, no entanto, foram as manifestações sábias dos comentadores. Saí da minha apatia e, sem premeditar, resolvi retribuir a gentileza com esse texto despretensioso, assim como todos os demais textos escritos durante todo esse tempo de jornada no portal.

 

            É isso.

Zeferino Júnior – Servidor Público

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Está coluna é de inteira responsabilidade do colunista Zeferino Junior

 

 

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