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Muito se tem falado
ultimamente em
modificar o senso
critico na hora de
escolher um candidato
ou partido político,
mas tem se percebido
que um seguimento
comum e divergente
capaz de impor
barreiras, chamado de
status social, tem
dificultado o
andamento deste ato
tão preciso que é
mudar o sistema
optativo para
administradores de
nossas pequenas
cidades.
A insistência entre os
cidadãos quanto o
apoio a famílias de
renome, não pelo feito
democrático, mas pela
cuia e os favores, é
algo lastimável, e que
precisa de um
entendimento urgente,
de uma ação imediata,
ou então teremos a
continuidade da
inteligibilidade e da
precariedade. Mas pelo
que se percebe, não
vejo nada diferente na
esfera política de São
Raimundo e São
Lourenço, os mesmos
ancestrais de tempos
anteriores, estão na
disputa pela postura
de um status e seus
poderes efetivos. O
que podemos esperar
destes é que eles
tenham se preparado
muito durante a
ausência no poder, ou
aos que forem
reeleitos, uma mudança
de planos
administrativos
competentes.
Talvez alguns jovens
devam se esforçar para
serem diferentes, mas
assim logo outros o
farão mudar os planos,
pois infelizmente
gostam do mais ou
menos.
A busca e a
demonstração de status
será imensa durante as
campanhas rumo ao
chamado progresso.
Muitos jovens ficaram
confusos, e então é a
hora que precisa de
alguém orienta-los a
escolher o dito cujo
amigo a ser eleito.
Mas amigo? Não! Amigo
na política é vacilo,
você elege hoje,
amanhã ele te
desconhece. Queira
mesmo ter um status,
assim você é destaque,
mas seja moderado e
acerte no alvo.
Pois saiba que o
status é levar as
pessoas ao longo do
muro e para o seu lado
dando lhes o agradável
sem garantia de
futuro, mas me refiro
ainda as classes
sociais, aos conceitos
de famílias em que
muitos a prezam como
meritórias da verdade
e donas do poder,
essas sim definem o
que em São Raimundo é
continuo e o que em
São Lourenço é
abismático. Por artes
do status semeiam a
incerteza, e o povo
achando ser o certo,
não querendo mudar,
olhando para longe e
vendo apenas os pés,
estes astutos que não
caminham em direção ao
verdadeiro horizonte,
e que amanhã reclamam
do lixo na rua e da
falta de atendentes e
remédios nos postos de
saúde. E assim
cultivam a grandeza de
serem partidários, e
terem um status
paradoxal, sendo a
escada e a escoria do
sistema e nunca a
haste da bandeira que
deveriam defender.
Nosso status precisa
de uma reformulação,
não é por acaso que o
homem é o arquiteto de
seu próprio destino,
não é pouca coisa que
nos temos um titulo
eleitoral, e não é
bobagem ridicularizar
o meu amigo político,
se sei que ele é um
nada a nosso favor,
mesmo que seja bom pra
mim, será que ele é
útil a todos? Tentemos
pensar em comum e só
assim acharemos
algumas respostas para
as perguntas que iram
nos fazer durante o
embate e da demanda
por votos.
Em verdade digamos que
todos temos status, e
qualidades que nos
torna diferentes,
capazes e aceitáveis,
mas diria que assim
somente não viveríamos
a verdade e não
mudaríamos tanto
quanto precisamos, é
uma questão de âmbito
bem maior, que seria a
consciência e a
consistência de
modificar. A sorte
quando apenas queremos
não acontece, ela é da
natureza e de forma
aleatória, indo e
vindo, uma vez que
agrada, mas quase
sempre é um risco, um
evento que em breve
nos abandona.
O que queremos é mais
que status, é que as
coisa aconteçam de
verdade, mas isso vai
depender do que você
fará hoje e agora.
Edjalma Borges |