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Um pouco sobre mim

Neste espaço quero dedicar-me a escrever relatos que abordem temas sociais que merecem à atenção da sociedade em geral.

 

Sou sanraimundense, filho de sanraimundenses, e apaixonado por esta cidade bonita e alegre.Morei muito tempo no interior, onde hoje é São Lourenço, foi uma batalha memorável para concluir o ensino fundamental, andei muito a pé mas me orgulho muito disso.Morei 4 anos  na sede de São Raimundo, onde cursei o 2º grau na Escola Normal Gercílio Macedo, cursei Conservação e preservação de parques e vestígios arqueológicos pela Fumdham,(Sou fã da Niede Guidon). Estive na coordenação do Grupo de Jovens Shalom na Milonga. Estive na presidência de Associações Rurais no interior de São Lourenço.

 

Hoje resido em Brasília, onde fiz alguns cursos como Promoção de Direito ao Menor e Adolescente pela Universidade Católica de Brasília. Trabalho em uma Logística com Sistemas, onde atendemos a Editora Abril e Door to Door de São Paulo. Sou catequista e coordenador da Catequese, onde desenvolvemos trabalhos com crianças em formação. Sou casado a 1 ano com uma também sanraimundense. Sou fascinado por jornalismo, a profissão em que estarei ingressando em breve.

 


Por uma questão de status

edjalma29@vipdf.com.br


Muito se tem falado ultimamente em modificar o senso critico na hora de escolher um candidato ou partido político, mas tem se percebido que um seguimento comum e divergente capaz de impor barreiras, chamado de status social, tem dificultado o andamento deste ato tão preciso que é mudar o sistema optativo para administradores de nossas pequenas cidades.

 

A insistência entre os cidadãos quanto o apoio a famílias de renome, não pelo feito democrático, mas pela cuia e os favores, é algo lastimável, e que precisa de um entendimento urgente, de uma ação imediata, ou então teremos a continuidade da inteligibilidade e da precariedade. Mas pelo que se percebe, não vejo nada diferente na esfera política de São Raimundo e São Lourenço, os mesmos ancestrais de tempos anteriores, estão na disputa pela postura de um status e seus poderes efetivos. O que podemos esperar destes é que eles tenham se preparado muito durante a ausência no poder, ou aos que forem reeleitos, uma mudança de planos administrativos competentes.

 

Talvez alguns jovens devam se esforçar para serem diferentes, mas assim logo outros o farão mudar os planos, pois infelizmente gostam do mais ou menos.

 

A busca e a demonstração de status será imensa durante as campanhas rumo ao chamado progresso. Muitos jovens ficaram confusos, e então é a hora que precisa de alguém orienta-los a escolher o dito cujo amigo a ser eleito. Mas amigo? Não! Amigo na política é vacilo, você elege hoje, amanhã ele te desconhece. Queira mesmo ter um status, assim você é destaque, mas seja moderado e acerte no alvo.

 

 Pois saiba que o status é levar as pessoas ao longo do muro e para o seu lado dando lhes o agradável sem garantia de futuro, mas me refiro ainda as classes sociais, aos conceitos de famílias em que muitos a prezam como meritórias da verdade e donas do poder, essas sim definem o que em São Raimundo é continuo e o que em São Lourenço é abismático. Por artes do status semeiam a incerteza, e o povo achando ser o certo, não querendo mudar, olhando para  longe e vendo apenas os pés, estes astutos que não caminham em direção ao verdadeiro horizonte, e que amanhã reclamam do lixo na rua e da falta de atendentes e remédios nos postos de saúde. E assim cultivam a grandeza de serem partidários, e terem um status paradoxal, sendo a escada e a escoria do sistema e nunca a haste da bandeira que deveriam defender.

 

Nosso status precisa de uma reformulação, não é por acaso que o homem é o arquiteto de seu próprio destino, não é pouca coisa que nos temos um titulo eleitoral, e não é bobagem ridicularizar o meu amigo político, se sei que ele é um nada a nosso favor, mesmo que seja bom pra mim, será que ele é útil a todos? Tentemos pensar em comum e só assim acharemos algumas respostas para as perguntas que iram nos fazer durante o embate e da demanda por votos.

 

Em verdade digamos que todos temos status, e qualidades que nos torna diferentes, capazes e aceitáveis, mas diria que assim somente não viveríamos a verdade e não mudaríamos tanto quanto precisamos, é uma questão de âmbito bem maior, que seria a consciência e a consistência de modificar. A sorte quando apenas queremos não acontece, ela é da natureza e de forma aleatória, indo e vindo, uma vez que agrada, mas quase sempre é um risco, um evento que em breve nos abandona.

 

O que queremos é mais que status, é que as coisa aconteçam de verdade, mas isso vai depender do que você fará hoje e agora.

 

Edjalma Borges

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Está coluna é de inteira responsabilidade do colunista Edjalma Borges