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A cada dia e em toda a
existência nos
ajustamos aos valores
sociais e suas
evidencias, tendo de
carregar todo o fardo
inútil da Historia,
por sermos humanos e
considerados passivos
do erro, da ignorância
e da persistência. Ao
longo de nossa
convivência e formação
como pessoas e como
cidadãos que em muitos
casos e acasos,
deixamos de ser
civilizados e
desnorteantes por
apoiarmos outras
pessoas que infestam a
sociedade, com suas
posturas e ações que
descaracterizam a
legitimidade do
conceito de
democracia.
A nossa
sociedade
contemporânea, tem
vivido ultimamente uma
conformação,
principalmente as
pessoas que vivem nas
cidades pequenas do
Brasil. Esta razão
alusiva,tem deixado
uma lacuna enorme no
processo de formação
da nossa juventude,
que congrega um faz de
conta, um ta tudo bem,
quando na verdade ta
tudo péssimo ou
aparentemente
fragilizado para não
dizermos parado. A
modernidade tem
prendido a percepção
de muitos com suas
invenções
multidisciplinares e
vagas de pensamentos e
emoções. Talvez seja
preciso mudar a forma
de pensar e agir. Mas
ser hoje adepto das
mudanças ou
simplesmente um
defensor da esperança,
é motivo para alguns
de o considerarem
louco ou fascista da
modernidade, este
termo tão inócuo e
boçal que a civilidade
usa como trampolim
diário achando o rico
de idealismo. Quando
na verdade estamos
longe de sermos
modernos, se não
conseguimos ter o
cumprimento total do
Artigo
6º da Constituição
Federal do Brasil. (
São direitos sociais a
educação, a saúde, o
trabalho, a moradia, o
laser, a segurança, a
previdência social, a
proteção à maternidade
e à infância, a
assistência aos
desamparados, na forma
desta Constituição.)
Mas se temos de
antemão idéias que
possam mudar o mundo e
dissimular as
articulações políticas
de nossas cidades,
então podemos clamar
juntos e entoar o
grito da mudança, que
é antes de tudo o
regate da consciência
e a celebração da
mesma, quando não se
aceitar mais sermos
enganados por
promessas e algo do
gênero politicagem.
Pense hoje na
administração de sua
cidade, nas
iniciativas que foram
propostas, o que foi
realizado, e o que
está por ser
realizado, verifique
com clareza e sã
consciência sem ser
empático ou irônico, o
que de fato importa
para você hoje como
participante desta
administração. Agora
seja politicamente
correto e diga não a
insensatez , o
descaso, os gastos
desenfreados em festas
com bebidas, e etc.
Não se pretende
recriar os tempos
revolucionários, nem
tão pouco boicotar o
ato publico chamado
votar, apenas é
preciso revitalizar o
fluxo humano e
desprender a condição
cívica de escolher o
que é melhor, mesmo
sabendo que a
modernidade política
defende uma sociedade
do faz de conta, em
que os indecisos
perdem, por não serem
proativos, pois se
queremos o melhor, nos
somos os melhores, e
nenhum condicionamento
desprovido de certeza
e garantia ira
prender-nos.
Como dizia George
Bernard Shaw: ‘Não há
progresso sem mudança.
E quem não consegue
mudar a si mesmo,
acaba não mudando
coisa alguma”.
Edjalma Borges |