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Um pouco sobre mim

Neste espaço quero dedicar-me a escrever relatos que abordem temas sociais que merecem à atenção da sociedade em geral.

 

Sou sanraimundense, filho de sanraimundenses, e apaixonado por esta cidade bonita e alegre.Morei muito tempo no interior, onde hoje é São Lourenço, foi uma batalha memorável para concluir o ensino fundamental, andei muito a pé mas me orgulho muito disso.Morei 4 anos  na sede de São Raimundo, onde cursei o 2º grau na Escola Normal Gercílio Macedo, cursei Conservação e preservação de parques e vestígios arqueológicos pela Fumdham,(Sou fã da Niede Guidon). Estive na coordenação do Grupo de Jovens Shalom na Milonga. Estive na presidência de Associações Rurais no interior de São Lourenço.

 

Hoje resido em Brasília, onde fiz alguns cursos como Promoção de Direito ao Menor e Adolescente pela Universidade Católica de Brasília. Trabalho em uma Logística com Sistemas, onde atendemos a Editora Abril e Door to Door de São Paulo. Sou catequista e coordenador da Catequese, onde desenvolvemos trabalhos com crianças em formação. Sou casado a 1 ano com uma também sanraimundense. Sou fascinado por jornalismo, a profissão em que estarei ingressando em breve.

 


A modernidade nos conforma. Até quando?

edjalma29@vipdf.com.br


A cada dia e em toda a existência nos ajustamos aos valores sociais e suas evidencias, tendo de carregar todo o fardo inútil da Historia, por sermos humanos e considerados passivos do erro, da ignorância e da persistência. Ao longo de nossa convivência e formação como pessoas e como cidadãos que em muitos casos e acasos, deixamos de ser civilizados e desnorteantes por apoiarmos outras pessoas que infestam a sociedade, com suas posturas e ações que descaracterizam a legitimidade do conceito de democracia.

 

A nossa sociedade contemporânea, tem vivido ultimamente uma conformação, principalmente as pessoas que vivem nas cidades pequenas do Brasil. Esta razão alusiva,tem deixado uma lacuna enorme no processo de formação da nossa juventude, que congrega um faz de conta, um ta tudo bem, quando na verdade ta tudo péssimo ou  aparentemente fragilizado para não dizermos parado. A modernidade tem prendido a percepção de muitos com suas invenções multidisciplinares e vagas de pensamentos e emoções. Talvez seja preciso mudar a forma de pensar e agir. Mas ser hoje adepto das mudanças ou simplesmente um defensor da esperança, é motivo para alguns de o considerarem louco ou fascista da modernidade, este termo tão inócuo e boçal que a civilidade usa como trampolim diário achando o rico de idealismo. Quando na verdade estamos longe de sermos modernos, se não conseguimos ter o cumprimento total do Artigo 6º da Constituição Federal do Brasil. ( São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o laser, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.)

 

Mas se temos de antemão idéias que possam mudar o mundo e dissimular as articulações políticas de nossas cidades, então podemos clamar juntos e entoar o grito da mudança, que é antes de tudo o regate da consciência e a celebração da mesma, quando não se aceitar mais sermos enganados por promessas e algo do gênero politicagem.

 

Pense hoje na administração de sua cidade, nas iniciativas que foram propostas, o que foi realizado, e o que está por ser realizado, verifique com clareza e sã consciência sem ser empático ou irônico, o que de fato importa para você hoje como participante desta administração. Agora seja politicamente correto e diga não a insensatez , o descaso, os gastos desenfreados em festas com bebidas, e etc.

 

Não se pretende recriar os tempos revolucionários, nem tão pouco boicotar o ato publico chamado votar, apenas é preciso revitalizar o fluxo humano e desprender a condição cívica de escolher o que é melhor, mesmo sabendo que a modernidade política defende uma sociedade do faz de conta, em que os indecisos perdem, por não serem proativos, pois se queremos o melhor, nos somos os melhores, e nenhum condicionamento desprovido de certeza e garantia ira prender-nos.

 

Como dizia George Bernard Shaw: ‘Não há progresso sem mudança. E quem não consegue mudar a si mesmo, acaba não mudando coisa alguma”.

 

Edjalma Borges

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Está coluna é de inteira responsabilidade do colunista Edjalma Borges