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Todo e qualquer ato
que já tenha existido
na história da
humanidade podemos
definir como um ato de
comunicação. Desde os
primeiros surgimentos
na terra, desde o
brilho do sol, das
estrelas, do ar, são
evidencias que levam
ao entendimento de que
as ações produzidas
por estes fenômenos
naturais se convergem
a um efeito e causa
que provam a
existência e a
mensagem por estes
transmitida, dando uma
margem e uma condição
para o entendimento e
a difusão conceitual
da comunicação.
A comunicação ocorre
em uma
contextualização a que
seus meios
convencionais se
adéquam de acordo a
realidade de cada
comunicador, que a
expõem para uma
compreensão mais ampla
e segmentada. Sendo a
comunicação um meio
para criar, informar e
impor seus conceitos
para assim preencher o
vazio, e as aspirações
da sociedade, desde
quando essa se tornou
auto - suficiente e
capaz de agir com
racionalidade e pensar
para sobreviver.
Quando o homem
descobriu o fogo
certamente já o teria
se comunicado o
bastante para depois
expressar sua
criatividade sobre as
rochas por meio de
pinturas ágrafas, mas
com sentido
premeditado, já o
esboço do que seria a
arte, a percepção pela
informação, criando
assim uma comunicação
em que o mundo e suas
gerações a moldam
instantaneamente.
Mas é de uma extrema
necessidade que
avaliemos o impacto da
comunicação social não
como uma doutrina como
muitos o acham, e sim
entendermos os
benefícios que a mesma
traz para a vida
cotidiana desde o
visual aos nutrientes
que a mesma propõe na
sociedade.
A veracidade de uma
informação é tão
importante quanto às
marcas impostas pela
mídia e seu mercado
capitalista em
constante difusão. É a
comunicação a serviço
da publicidade que é a
maquina que ergue o
mercado e santifica as
logomarcas espalhadas
por um mundo de
estratégias.
Mas o propósito deste
texto é questionar as
relações entre
comunicação de massa e
sua imposição na
sociedade, uma vez que
não existem opiniões
tão formadas que não
possam ser alteradas
diante das criações
bombásticas e
fantásticas de um
mundo cada vez mais
competidor. É muito
caro para a sociedade
se a mesma não
acompanha os eventos e
promoções que as
grandes massas
informativas lançam no
mercado, desde os
objetos de consumo
necessário quanto aos
supérfluos.
Dentre as jogadas da
comunicação a mais
assertiva é a que
propõe um modelo em
que usa um objeto de
desejo ou uma figura
que inspira certeza,
beleza ou aventura. É
o uso do modismo para
criar valor, a
aparição de uma figura
humana que ensaia e
incorpora o
conhecimento sobre um
produto, ali a fama é
quem fará a cabeça do
público alvo. Por
outro lado vem os
grandes investimentos
em cadeias gigantescas
de produtos associados
a um meio de
comunicação, estes
arrebatam e garantem
um público fiel, se
souberem equilibrar
garantias e
exclusividades.
A comunicação social
pode ser claramente
entendida como um
estudo das interações
entre os sujeitos em
sociedade, e por
afeição da atualidade
a um fator chamado
marca é que questiono
o entender, para assim
descrever uma condição
que seja democrática a
todo ato que a
comunicação envolve.
Sem a comunicação não
existe entendimento,
sem seus meios não há
informação, e sem seus
atributos não há
vantagem lucrativa, e
sem lucrar a sociedade
não viveria. As
mudanças nas
diferentes classes
sociais ocorrem todos
os dias e, no entanto,
comunicar é criar
laços fortes e capazes
de atender as
necessidades em
qualquer ponto do
mundo.
Não existe fronteira
para a comunicação
social, é possível que
haja censuras que a
impedem de uma difusão
maior, mas é
impossível barrar as
informações. Mesmo em
países em que a
manifestação da
imprensa em um simples
ato de informar é
punida, há saídas para
a divulgação, mesmo
que seus autores sejam
mártir. É a
comunicação a serviço
de uma massa que
cresce e exige cada
vez mais uma
expressividade, algo
que liberte do comum e
instaure o novo seja a
que preço, a maioria
pode pagar.
O entendimento da
comunicação só é
possível se houver um
profundo
acompanhamento com o
uso dos meios para a
revelação dos
objetivos que a mesma
tem de seguir. O que
certamente teremos de
aceitar é que a
sociedade vive uma
fase típica da
adolescência, tem de
descobrir sua
identidade, seu nicho,
para aceitar ou
discordar de tanta
coisa criada em tão
pouco tempo. É a busca
pelas grandes empresas
da comunicação onde a
imaginação tem de ser
batizada como serviço,
e a empresa tem de
construir sonhos para
sobreviver.
Como falamos de
comunicação podemos
citar algumas criações
do mercado das
relações sociais que
são ferramentas para a
modernidade, tais
como: Google, vimeo,
Wikipédia, Orkut,
WolframAlpha,YuBliss,
Android, Apple, skype,
meebo, fring, flickr,
Yahoo, Sonico, Firefox,
bing, hi5, twitter,
cuil, etc. São
esquisitices da era
moderna em que a massa
tem de aceitar, ou se
perderá no tempo.
A humanidade passa por
um dilúvio de
informação: notícias,
reportagens, análises,
críticas e toda
espécie de conteúdo
estão cada vez mais
acessíveis, nas mais
diversas plataformas.
E torna dificultante o
fato de a informação
ser repassada por um
meio de comunicação às
vezes não confiável,
ou a sociedade receber
um turbilhão de
informação e não ter
tempo para organizá-la
e tornar útil.
A sociedade média
parece ligar cada vez
menos para as
infinidades de
informações, aceitando
as condições da
comunicação social sem
criticar a si mesmo,
sem se informar as
fontes. Mas se percebe
que as grandes
empresas de
comunicação vivem
momentos de grandes
preocupações, o que
reinventar para o
amanhã ou como
garantir a fidelidade
do povo que assiste ou
que consome seus
inventos.
Talvez tenha chegado a
hora de a sociedade
exigir uma postura
mais séria e ética
quanto à imposição da
comunicação de massa,
para que a mesma crie
oportunidades para a
população expressar
suas opiniões e não
apenas aceite suas
receitas prontas. A
comunicação é
influente e necessária
para o desenvolvimento
econômico e
intelectual de uma
sociedade, mas não
pode ser subjugada a
carregar os deslizes
midiáticos, ou
acreditar em uma
imagem que corrompe
certos grupos ou obtém
apoio político para
ser excentricidade no
mercado.
É preciso criar opções
e inserir o
conhecimento e as
garantias das
comunidades menos
assistidas no Brasil a
terem sua identidade,
e é a comunicação que
pode reacender a
esperança deste povo
que canta ao som da
massa e se comove
fácil por feitos
pequenos dos atuais
governantes.
A modernidade em seus
segmentos
propagandistas diversa
é uma
Bellow-the-line
com uma maneira
inusitada de mostrar
suas marcas e fazer
vinculo com a
clientela, expondo em
diferentes meios
comunicáveis seus
comerciais
alternativos. Todos
focam um público alvo
em uma determinada
região, onde o
merchandisingmais
interessante é que
prosperará.
A historia da
comunicação pode ser
contada como uma longa
viagem desde os tempos
primórdios pelo
eventos e inventos que
os povos se deparavam,
discorrendo por Babel,
lugar e símbolo da
decadência da
comunicação (Gênesis
11, 4-8) até
Pentecostes (Atos dos
Apóstolos 2, 5-11) com
o dom das línguas.
Estas são premissas
que podem se equiparar
a comunicação, um
evento que para o
futuro tem de ser
capaz de quebrar os
entraves e criar
paradigmas que se
moldem em função das
necessidades do tempo.
Edjalma Borges |