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Não é de hoje que
sabemos que a
desigualdade social
acentua os problemas
da pobreza no nosso
país. E a civilidade
em forma de política
reacionária expulsa os
mais pobres para cada
vez mais distante dos
centros urbanos, do
acesso aos bens do
Estado, tornando assim
não apenas uma
distancia geográfica
como também um
afastamento da escola
e da saúde os seus
bens mais primários.
E assim vamos criando
uma cultura de
desintegração,
abastando o homem do
Estado e o tornando
anonimato sem direito.
Quando é considerado
cidadão é máquina que
produz a riqueza e a
prosperidade da
sociedade capitalista
que o engloba como
objeto de atuação
servil e não como
integrante emancipado
como prega a
constituinte.
Às vezes é fácil
acentuar os problemas
sociais em nossas
cidades,
identifica-los e levar
as claras, mas ainda
falta engajamento pela
luta mais igual, tanto
da que tenta valorizar
as causas sociais,
quanto dos
necessitados que se
acomodem em não
lutarem por suas
valias. Por meio da
comunicação e da
atuação presente é
possível aliar meios
que captem recursos,
construindo uma rede
de relacionamentos de
sustentabilidade
garantir recursos,
credibilidade,
visibilidade e
aceitação da
sociedade. Estes são
fatores essenciais
para demarcar as lutas
serias nos setores
sociais que querem
levar a serio o
trabalho sem vincular
a política no sentido
partidário.
Falando de cidades não
sei se existe ONGS
(Organizações Não
Governamentais) em São
Raimundo Nonato, e
quais atividades
exercem, e gostaria
que os leitores
falassem sobre a
experiência destas
organizações se caso
for de interesse, pois
vejo explicitamente os
anseios das pessoas
que postam recados no
mural quanto ao
desenvolvimento e
progresso desta
cidade. E geralmente o
alvo da procura e da
critica é sempre a
administração local, e
sabemos do trabalho
das organizações e em
alguns lugares do
Brasil, estas atuam
melhor do que o Estado
por atuarem em um
seguimento e publico
especifico, enquanto o
Estado tem de garantir
a universalidade.
Talvez seja este o
grande diferencial, o
fazer valer dentro das
particularidades,
ganhando assim aqueles
que são atendidos por
uma ONG e que lutam
pelo engrandecimento
da mesma independente
da ação publica. Isso
é o coletivo da
cidadania que quando
se empenha constrói
força movedora capaz
de mudar radicalmente
a aparência do que
muitos imaginavam
impossível. Em meio de
tantas questões de
gestões não bem
sucedidas, planos e
sonhos inalcançáveis,
o importante é saber
que o povo ainda
acredita em dias
melhores. E que o
comprometimento com os
programas de
responsabilidade
social vai crescer
porque temos uma
diversidade de
pensamentos e isso é
bom e é ai que estão
as grandes soluções
para garantir os
anseios sociais.
Edjalma Borges |