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Um pouco sobre mim

Neste espaço quero dedicar-me a escrever relatos que abordem temas sociais que merecem à atenção da sociedade em geral.

 

Sou sanraimundense, filho de sanraimundenses, e apaixonado por esta cidade bonita e alegre. Morei muito tempo no interior, onde hoje é São Lourenço, foi uma batalha memorável para concluir o ensino fundamental, andei muito a pé mas me orgulho muito disso.Morei 4 anos  na sede de São Raimundo, onde cursei o 2º grau na Escola Normal Gercílio Macedo, cursei Conservação e preservação de parques e vestígios arqueológicos pela Fumdham,(Sou fã da Niede Guidon). Estive na coordenação do Grupo de Jovens Shalom na Milonga. Estive na presidência de Associações Rurais no interior de São Lourenço.

 

Hoje resido em Brasília, onde fiz alguns cursos como Promoção de Direito ao Menor e Adolescente pela Universidade Católica de Brasília. Trabalho em uma Logística com Sistemas, onde atendemos a Editora Abril e Door to Door de São Paulo. Sou catequista e coordenador da Catequese, onde desenvolvemos trabalhos com crianças em formação. Sou casado a 1 ano com uma também sanraimundense. Sou fascinado por jornalismo, a profissão em que estarei ingressando em breve.

 


A falta de garantias no social

edjalma@vipdf.com.br


Não é de hoje que sabemos que a desigualdade social acentua os problemas da pobreza no nosso país. E a civilidade em forma de política reacionária expulsa os mais pobres para cada vez mais distante dos centros urbanos, do acesso aos bens do Estado, tornando assim não apenas uma distancia geográfica como também um afastamento da escola e da saúde os seus bens mais primários.

 

E assim vamos criando uma cultura de desintegração, abastando o homem do Estado e o tornando anonimato sem direito. Quando é considerado cidadão é máquina que produz a riqueza e a prosperidade da sociedade capitalista que o engloba como objeto de atuação servil e não como integrante emancipado como prega a constituinte.

 

Às vezes é fácil acentuar os problemas sociais em nossas cidades, identifica-los e levar as claras, mas ainda falta engajamento pela luta mais igual, tanto da que tenta valorizar as causas sociais, quanto dos necessitados que se acomodem em não lutarem por suas valias. Por meio da comunicação e da atuação presente é possível aliar meios que captem recursos, construindo uma rede de relacionamentos de sustentabilidade garantir recursos, credibilidade, visibilidade e aceitação da sociedade. Estes são fatores essenciais para demarcar as lutas serias nos setores sociais que querem levar a serio o trabalho sem vincular a política no sentido partidário.

 

Falando de cidades não sei se existe ONGS (Organizações Não Governamentais) em São Raimundo Nonato, e quais atividades exercem, e gostaria que os leitores falassem sobre a experiência destas organizações se caso for de interesse, pois vejo explicitamente os anseios das pessoas que postam recados no mural quanto ao desenvolvimento e progresso desta cidade. E geralmente o alvo da procura e da critica é sempre a administração local, e sabemos do trabalho das organizações e em alguns lugares do Brasil, estas atuam melhor do que o Estado por atuarem em um seguimento e publico especifico, enquanto o Estado tem de garantir a universalidade. Talvez seja este o grande diferencial, o fazer valer dentro das particularidades, ganhando assim aqueles que são atendidos por uma ONG e que lutam pelo engrandecimento da mesma independente da ação publica. Isso é o coletivo da cidadania que quando se empenha constrói força movedora capaz de mudar radicalmente a aparência do que muitos imaginavam impossível. Em meio de tantas questões de gestões não bem sucedidas, planos e sonhos inalcançáveis, o importante é saber que o povo ainda acredita em dias melhores. E que o comprometimento com os programas de responsabilidade social vai crescer porque temos uma diversidade de pensamentos e isso é bom e é ai que estão as grandes soluções para garantir os anseios sociais.

 

Edjalma Borges

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Está coluna é de inteira responsabilidade do colunista Edjalma Borges