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Nesta vasta sociedade
de conceitos diversos
e hierarquizados por
culturas somatórias
que reluta pela
identidade moderna,
mas que se depara com
os afluentes tribais,
lutar por justiça é
ocasionar um conflito.
Não que a sociedade
não tenha uma
identidade formada,
mas pelo fato de a
terem múltiplas faces
que a distancia do
conceito de cidadania
e prosperidade.
No atual sistema de
organização social, o
componente maior homem
e crença, têm se
tornado cada vez mais
isolado. Sua condição
tem ficado cada vez
mais resumida,
perdendo a mobilidade
e acuando se em um
mundo faceado e
melodramático, sem
razão e atuando como
um ser vagante e
confuso.
O homem civilizado que
por desfazer do
rudimentar, se emana
em uma sociedade e a
torna diferente
conforme suas
necessidades, mas ao
alcançar os seus
objetivos comuns, lhe
cai uma acomodação
febril tornando o um
ser de conduta
opressora quando
poderia ser um exemplo
notório para a
concretização da
prosperidade coletiva.
Mas por que o
coletivo? Talvez pelo
fato do homem está
sempre procurando a
felicidade,
perseguindo,
afrontando, as vezes
encontrando e
descartando. No dizer
cidadão e
evidentemente
democrático todos os
homens deveriam ser
portadores de direitos
e não apenas
habitantes de um
território. Ser
soberano e ter
governos competentes,
sendo esta uma útopia,
mas que precisa ser
moldada e defendida
como possivel. É
possivel haver uma
crença e assim
acreditar-se que é
possivel ter ter
verdades entre os
povos independente do
segmento.
O fator crença é
pensado quando
referimos a
religiosidade, mas
nunca citando o como
elemento definidor do
entendimento e da
liberdade, e somente
um meio para
encontrarmos razões
possíveis para um
processo talvez
ecumênico em que os
povos precisam descer
da cátedra e exercer
ações praticas. A
questão religiosa é
mais vista na
sociedade livre como
uma opção, por termos
livre arbítrio e
aceitações
democráticas entre os
povos. Mas deixando
esta condição de lado,
repensemos a atuação
de cada membro da
sociedade, e ou mesmo
o líder comunitário
que acende uma chama e
luta por ela se manter
acesa. Será que este é
aceito e apoiado?
Recebe ajuda? A ajuda
aqui talvez não seja
aquela financeira
apesar de a mesma está
incluída, mas talvez
uma mobilização cívica
do que é justo e
legalmente ético.
Algumas comunidades se
organizam e promovem
bem mais do que os
efetivos
administradores
públicos, dando
elasticidade a um
tecido social que luta
por objetivos em meio
as dificuldades
diversas, sendo este
um feito renovador
para dismistificar
aqueles que são
regulados por sistemas
mercadológicos.
Aqui invoco a busca
pelo compromisso e
descentralização do
poder, este que emana
do povo e que é
estabelecido por
minorias, talvez pela
falta de entendimento
e apoio efetivo. É
preciso surgir entre
os povos o compromisso
sério pela causa
social, que seja
crítica a legalidade
constitucional que
traz em si a exigência
de um Estado atuante,
de um lado, e uma
realidade
político-econômica que
se fundamenta na
necessidade oposta.
Acreditar e lutar,
estas foram as ações
que mais se tem
encontrado nas
comunidades que se
organizam pela
democracia, por uma
sociedade mais justa,
pelo acesso de todos a
uma educação pública
de qualidade, pelo
direito universal à
cultura, a um
atendimento médico
decente e a um prato
de comida balaceada.
Isso é apenas um
sonho? Que seja mais
que um sonho, seja a
perspectiva instigante
e buscada com
compromisso e
seriedade de todos que
abraçam as causas
sociais e lutam por
justiça.
Edjalma Borges |