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Um pouco sobre mim

Neste espaço quero dedicar-me a escrever relatos que abordem temas sociais que merecem à atenção da sociedade em geral.

 

Sou sanraimundense, filho de sanraimundenses, e apaixonado por esta cidade bonita e alegre. Morei muito tempo no interior, onde hoje é São Lourenço, foi uma batalha memorável para concluir o ensino fundamental, andei muito a pé mas me orgulho muito disso.Morei 4 anos  na sede de São Raimundo, onde cursei o 2º grau na Escola Normal Gercílio Macedo, cursei Conservação e preservação de parques e vestígios arqueológicos pela Fumdham,(Sou fã da Niede Guidon). Estive na coordenação do Grupo de Jovens Shalom na Milonga. Estive na presidência de Associações Rurais no interior de São Lourenço.

 

Hoje resido em Brasília, onde fiz alguns cursos como Promoção de Direito ao Menor e Adolescente pela Universidade Católica de Brasília. Trabalho em uma Logística com Sistemas, onde atendemos a Editora Abril e Door to Door de São Paulo. Sou catequista e coordenador da Catequese, onde desenvolvemos trabalhos com crianças em formação. Sou casado a 1 ano com uma também sanraimundense. Sou fascinado por jornalismo, a profissão em que estarei ingressando em breve.

 


O ser humano é um problema

edjalma@vipdf.com.br


De fato sendo o homem um ser de faro aguçado para as verdades do mundo, nem sempre em suas pretensões encontra ambientes próprios para tomar suas decisões. Mas é partindo das verdades que o homem em sua constante busca, aprende sua lição, e a dispõe alem do pensamento o agir diante dos problemas que circundam a vida, posicionando se mais naqueles que mais lhes interessam ou lhe são mais urgentes.

 

É comum do ser humano dedicar se aos problemas do mundo somente quando estes o sufocam até o teto das suas condições. Não é de se supor que todas as coisas do mundo estejam tão ruins assim, mas é comovente revermos os acontecimentos últimos e atuarmos sobre suas verdades, por mais inglórios que sejam os esforços para atingirmos.

 

A dedicação e os esforços são as lições que aprendemos do mundo quando dele participamos e nos engajamos para atendermos a nossa condição e posição de humano e percussor da verdade, sendo esta a maior condição para honrarmos a dignidade.

 

Tendo a educação como um pilar forte para a edificação do saber e a capacidade de crescermos profissionalmente, sentimos a indisposição e inibição para o questionamento em certas circunstancias em que as posições controladoras destes sistemas ora desprovidos de comprometimentos, transgridem a decência do exercício fiel a sociedade.

 

O que devemos fazer para acharmos as soluções para os problemas de descasos neste país? Qual o referencial precisamos adotar para acreditarmos que estamos mais uma vez sendo enganados pela ingratidão, e confrontando-nos com o medo, tornando nos alienados e perdidos como ratos no escuro?

 

Se olhássemos o passado que não o é tão distante, poderíamos acreditar que de fato a sociedade brasileira obteve algumas conquistas, talvez a 3 décadas. Mas é possível observar que estamos ameaçados a perder ainda mais o controle e visão compreensiva de nossa atualidade, por falta de carência na questão da igualdade.

 

Sendo a igualdade um problema que tem dificultado o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos.

 

A problemática, é que sabemos do perfil dos problemas mas não achamos a capacidade para erradicar, sejam eles locais, regionais e nacional. É como procurar o homem honesto na Esplanada dos Ministérios, passando pelo Senado e Câmara dos deputados federais, e depois olharmos para a silhueta do símbolo da justiça em frente ao Supremo Tribunal, que talvez de propósito está sentada representando a morosidade da justiça no país. Não acho outro adjetivo para aquela imagem cinzenta que a cada instante é alvo de excremento dos pombos que por ali passam indo se aninhar em outro símbolo pátrio bem ali ao lado, sobre a sombra da Bandeira Nacional, que cuja representação da esperança, é o único símbolo naquele local que se move, graças ao vento que não tem partido. É para todos. Como o país e a legalidade, que cujos senhores se omitem por incompetência e deslealdade ao povo que assina um inventário a cada vez que vai as urnas.

 

Estamos precisando que as pessoas sejam mais simples e procurem o norte da responsabilidade, e que encontremos lideranças positivas que não se enveredem pela corrupção tão inflamada que vemos hoje como algo tão trivial ao nosso meio. Precisamos que o povo acabe com o insulto aos seus adversários, pois esta prática não beneficia a ninguém, é como provocar o ódio e destruir a condição da paz tão almejada e ora tão humilhada entre as pessoas.

 

Nossos jovens vivem confusos, as vezes sem saber em qual direção olhar. Tudo é mais ameaçador do que acolhedor, o descrédito, a pouca valorização e falta de orientação, incomoda e demotiva o interesse pelo estudo e a capacitação adequada. Que haja alguém ainda neste país que ajude os pais a educarem seus filhos, a serem a pessoa certa pa si mesmo e para o mundo em que vive.

 

É difícil viver sem problemas, mas acreditamos que é possível descruzarmos os braços e com firmeza encará-los de frente.

 

 

Edjalma Borges

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Está coluna é de inteira responsabilidade do colunista Edjalma Borges

 

 

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