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De fato sendo o homem
um ser de faro aguçado
para as verdades do
mundo, nem sempre em
suas pretensões
encontra ambientes
próprios para tomar
suas decisões. Mas é
partindo das verdades
que o homem em sua
constante busca,
aprende sua lição, e a
dispõe alem do
pensamento o agir
diante dos problemas
que circundam a vida,
posicionando se mais
naqueles que mais lhes
interessam ou lhe são
mais urgentes.
É comum do ser humano
dedicar se aos
problemas do mundo
somente quando estes o
sufocam até o teto das
suas condições. Não é
de se supor que todas
as coisas do mundo
estejam tão ruins
assim, mas é comovente
revermos os
acontecimentos últimos
e atuarmos sobre suas
verdades, por mais
inglórios que sejam os
esforços para
atingirmos.
A dedicação e os
esforços são as lições
que aprendemos do
mundo quando dele
participamos e nos
engajamos para
atendermos a nossa
condição e posição de
humano e percussor da
verdade, sendo esta a
maior condição para
honrarmos a dignidade.
Tendo a educação como
um pilar forte para a
edificação do saber e
a capacidade de
crescermos
profissionalmente,
sentimos a
indisposição e
inibição para o
questionamento em
certas circunstancias
em que as posições
controladoras destes
sistemas ora
desprovidos de
comprometimentos,
transgridem a decência
do exercício fiel a
sociedade.
O que devemos fazer
para acharmos as
soluções para os
problemas de descasos
neste país? Qual o
referencial precisamos
adotar para
acreditarmos que
estamos mais uma vez
sendo enganados pela
ingratidão, e
confrontando-nos com o
medo, tornando nos
alienados e perdidos
como ratos no escuro?
Se olhássemos o
passado que não o é
tão distante,
poderíamos acreditar
que de fato a
sociedade brasileira
obteve algumas
conquistas, talvez a 3
décadas. Mas é
possível observar que
estamos ameaçados a
perder ainda mais o
controle e visão
compreensiva de nossa
atualidade, por falta
de carência na questão
da igualdade.
Sendo a igualdade um
problema que tem
dificultado o
exercício dos direitos
sociais e individuais,
a liberdade, a
segurança, o
bem-estar, o
desenvolvimento e a
justiça como valores
supremos de uma
sociedade fraterna,
pluralista e sem
preconceitos.
A problemática, é que
sabemos do perfil dos
problemas mas não
achamos a capacidade
para erradicar, sejam
eles locais, regionais
e nacional. É como
procurar o homem
honesto na Esplanada
dos Ministérios,
passando pelo Senado e
Câmara dos deputados
federais, e depois
olharmos para a
silhueta do símbolo da
justiça em frente ao
Supremo Tribunal, que
talvez de propósito
está sentada
representando a
morosidade da justiça
no país. Não acho
outro adjetivo para
aquela imagem cinzenta
que a cada instante é
alvo de excremento dos
pombos que por ali
passam indo se aninhar
em outro símbolo
pátrio bem ali ao
lado, sobre a sombra
da Bandeira Nacional,
que cuja representação
da esperança, é o
único símbolo naquele
local que se move,
graças ao vento que
não tem partido. É
para todos. Como o
país e a legalidade,
que cujos senhores se
omitem por
incompetência e
deslealdade ao povo
que assina um
inventário a cada vez
que vai as urnas.
Estamos precisando que
as pessoas sejam mais
simples e procurem o
norte da
responsabilidade, e
que encontremos
lideranças positivas
que não se enveredem
pela corrupção tão
inflamada que vemos
hoje como algo tão
trivial ao nosso meio.
Precisamos que o povo
acabe com o insulto
aos seus adversários,
pois esta prática não
beneficia a ninguém, é
como provocar o ódio e
destruir a condição da
paz tão almejada e ora
tão humilhada entre as
pessoas.
Nossos jovens vivem
confusos, as vezes sem
saber em qual direção
olhar. Tudo é mais
ameaçador do que
acolhedor, o
descrédito, a pouca
valorização e falta de
orientação, incomoda e
demotiva o interesse
pelo estudo e a
capacitação adequada.
Que haja alguém ainda
neste país que ajude
os pais a educarem
seus filhos, a serem a
pessoa certa pa si
mesmo e para o mundo
em que vive.
É difícil viver sem
problemas, mas
acreditamos que é
possível descruzarmos
os braços e com
firmeza encará-los de
frente.
Edjalma Borges |