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Michael Foucault
dizia: “Não me
pergunte quem sou e
não me diga para
permanecer o mesmo”.
Com as celebres
palavras desse grande
pensador poderíamos
repensar a nossa
atualidade e qual o
meio possível estamos
utilizando para
encontrar a
excelência, a grande
razão pela qual o
mundo tem travado
guerras e mais
guerras, sendo algumas
consideradas santas,
quando na verdade não
acredito ter santidade
sobre quem fere e
mata. Mas pensando
como Foucault, não
exitaria a ficar
questionando o que faz
o meu vizinho, ou me
trancaria em um quarto
esperando o tempo
passar e não fazer
nada de visível em que
o mundo pudesse ver e
as pessoas sentissem o
surtimento de algum
efeito. Assim eu seria
apenas o mesmo e não
ajudaria meu mundo a
ser um mundo nosso e
maior, o tempo que é
tão limitante e não
serviria de nada se
apenas o visse passar,
enquanto me supriria
do medo e da covardia.
Mas sendo mesmo o
tempo um recurso
singular, não podemos
deixar que o passe por
nós e não criemos nada
de importante. É comum
de mais acharmos que
teremos todo o tempo
possível para
decidirmos, mas é
besteira pensarmos
assim, apesar de
acharmos que temos
disposição de mais
para vencer e seguir
sempre em páreo com a
vitória.
Lamentavelmente o
tempo vive a nos dá
rasteiras, e sempre
nos pega despreparados
e em indecisões. Temos
de aceitar estas
elásticas jogadas do
tempo, afinal não
podemos contratar,
alugar, comprar ou
tentar obter mais
tempo, o hoje é o
bastante, amanhã se o
tivermos é uma
providencia aléia, a
qual está em outra
condição sob humana.
Não me perguntem quem
sou apenas saibam
jogar com o seu tempo,
a sua maneira, mas não
acomodem com as regras
do jogo, elas terão de
ser mudadas e
equipadas com as
diretrizes da eficácia
e da preponderância,
se é que você quer ir
adiante e mudar a si
mesmo, se é que você
gostaria de mudar o
mundo. Talvez me achem
cafona, se o disser
que hoje você que o lê
este texto, não tomou
nenhuma medida ou ação
que favoreça uma
terceira pessoa. Mas
acredito que de todos
que me lêem neste
instante, deixaram
algo escapar de suas
mãos por não terem
coragem de aceitar
desafios que
envolvessem risco.
Comece a lembrar, pois
quero dizer-lhe que
ainda há um tempo para
reaprender a ser
eficaz e enérgico na
hora de decidir o
jogo. Primeiro seja
ágil e elimine as
possibilidades que te
causam desconforto,
depois procure
gerenciar a si mesmo,
se autoavalie sobre
suas condições, e crie
ações que demonstrem
um futuro no meio em
que você convive.
Procure achar
oportunidades e não se
perca nos problemas,
este o mundo inteiro
tem. E apesar de cada
evento que os
problemas nos causam,
estes possuem
soluções. É preciso
que apenas consigamos
a direção dos mesmos e
sua dimensão, para que
assim possamos
contribuir com a
solução.
Pela cultura e a razão
política, podemos
viver um mundo que
está ruindo, e cada
momento cai uma
ribanceira sobre a
cabeça de alguém,
apesar disso tudo,
nosso mundo é tão bom,
temo um Brasil tão
eclético de enes
opções. E não será
apenas a crise
financeira que ira
arruinar a nossas
vidas, pelo menos a de
quem já não tem
dinheiro mesmo.
Não venham nos dizer
para permanecer assim
parados vendo tudo
acontecer, vamos agir,
mesmo que o êxito seja
apenas um sonho, e não
vamos possuí-lo apenas
dormindo, temos de
acreditar, pois no
país dos incautos,
quem manda não é a
ordem, são as pessoas
que pensam e agem com
eficácia.
Edjalma Borges |