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Um pouco sobre mim

Neste espaço quero dedicar-me a escrever relatos que abordem temas sociais que merecem à atenção da sociedade em geral.

 

Sou sanraimundense, filho de sanraimundenses, e apaixonado por esta cidade bonita e alegre. Morei muito tempo no interior, onde hoje é São Lourenço, foi uma batalha memorável para concluir o ensino fundamental, andei muito a pé mas me orgulho muito disso.Morei 4 anos  na sede de São Raimundo, onde cursei o 2º grau na Escola Normal Gercílio Macedo, cursei Conservação e preservação de parques e vestígios arqueológicos pela Fumdham,(Sou fã da Niede Guidon). Estive na coordenação do Grupo de Jovens Shalom na Milonga. Estive na presidência de Associações Rurais no interior de São Lourenço.

 

Hoje resido em Brasília, onde fiz alguns cursos como Promoção de Direito ao Menor e Adolescente pela Universidade Católica de Brasília. Trabalho em uma Logística com Sistemas, onde atendemos a Editora Abril e Door to Door de São Paulo. Sou catequista e coordenador da Catequese, onde desenvolvemos trabalhos com crianças em formação. Sou casado a 1 ano com uma também sanraimundense. Sou fascinado por jornalismo, a profissão em que estarei ingressando em breve.

 


Não temos tempo a perder

edjalma29@vipdf.com.br


Michael Foucault dizia: “Não me pergunte quem sou e não me diga para permanecer o mesmo”. Com as celebres palavras desse grande pensador poderíamos repensar a nossa atualidade e qual o meio possível estamos utilizando para encontrar a excelência, a grande razão pela qual o mundo tem travado guerras e mais guerras, sendo algumas consideradas santas, quando na verdade não acredito ter santidade sobre quem fere e mata. Mas pensando como Foucault, não exitaria a ficar questionando o que faz o meu vizinho, ou me trancaria em um quarto esperando o tempo passar e não fazer nada de visível em que o mundo pudesse ver e as pessoas sentissem o surtimento de algum efeito. Assim eu seria apenas o mesmo e não ajudaria meu mundo a ser um mundo nosso e maior, o tempo que é tão limitante e não serviria de nada se apenas o visse passar, enquanto me supriria do medo e da covardia. Mas sendo mesmo o tempo um recurso singular, não podemos deixar que o passe por nós e não criemos nada de importante. É comum de mais acharmos que teremos todo o tempo possível para decidirmos, mas é besteira pensarmos assim, apesar de acharmos que temos disposição de mais para vencer e seguir sempre em páreo com a vitória. Lamentavelmente o tempo vive a nos dá rasteiras, e sempre nos pega despreparados e em indecisões. Temos de aceitar estas elásticas jogadas do tempo, afinal não podemos contratar, alugar, comprar ou tentar obter mais tempo, o hoje é o bastante, amanhã se o tivermos é uma providencia aléia, a qual está em outra condição sob humana.

 

Não me perguntem quem sou apenas saibam jogar com o seu tempo, a sua maneira, mas não acomodem com as regras do jogo, elas terão de ser mudadas e equipadas com as diretrizes da eficácia e da preponderância, se é que você quer ir adiante e mudar a si mesmo, se é que você gostaria de mudar o mundo. Talvez me achem cafona, se o disser que hoje você que o lê este texto, não tomou nenhuma medida ou ação que favoreça uma terceira pessoa. Mas acredito que de todos que me lêem neste instante, deixaram algo escapar de suas mãos por não terem coragem de aceitar desafios que envolvessem risco. Comece a lembrar, pois quero dizer-lhe que ainda há um tempo para reaprender a ser eficaz e enérgico na hora de decidir o jogo. Primeiro seja ágil e elimine as possibilidades que te causam desconforto, depois procure gerenciar a si mesmo, se autoavalie sobre suas condições, e crie ações que demonstrem um futuro no meio em que você convive. Procure achar oportunidades e não se perca nos problemas, este o mundo inteiro tem. E apesar de cada evento que os problemas nos causam, estes possuem soluções. É preciso que apenas consigamos a direção dos mesmos e sua dimensão, para que assim possamos contribuir com a solução.

 

Pela cultura e a razão política, podemos viver um mundo que está ruindo, e cada momento cai uma ribanceira sobre a cabeça de alguém, apesar disso tudo, nosso mundo é tão bom, temo um Brasil tão eclético de enes opções. E não será apenas a crise financeira que ira arruinar a nossas vidas, pelo menos a de quem já não tem dinheiro mesmo.

 

Não venham nos dizer para permanecer assim parados vendo tudo acontecer, vamos agir, mesmo que o êxito seja apenas um sonho, e não vamos possuí-lo apenas dormindo, temos de acreditar, pois no país dos incautos, quem manda não é a ordem, são as pessoas que pensam e agem com eficácia.

 

 

Edjalma Borges

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Está coluna é de inteira responsabilidade do colunista Edjalma Borges

 

 

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