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Com a necessidade cada
vez maior de
adequar-se a
informatização, o
Governo Federal que
não tem um controle
total sobre os gastos
nesta área, devido não
está centrado em
apenas um, mas
dependem dos 27
governos estaduais, o
Distrito Federal e as
5.563 prefeituras,
necessitam que haja
uma maior demanda e
implantação por parte
de todos os governos
integrados.
São estes que possuem
autonomias de acordo
com seus orçamentos
para comprarem seus
próprios recursos para
a tão abrangente TI –
Tecnologia da
Informação, que requer
cada vez mais
especialização no
setor.
Mas por que falarmos
de TI? Hoje falarmos
de tecnologia da
informação, é nos
atentar para a
especialização e
acompanhamento das
mudanças e
benfeitorias do país,
que são conseguidas
através desta rede
conectada de
informação instantânea
e ilimitada.
Uma vez que o mundo se
torna cada vez menor e
mais comprimido em
termos de tecnologia,
as empresas e os
governos precisam
propagar informação a
todos, conectando
sistemas e
disponibilizando aos
usuários. Um prefeito
de uma cidade do
Estado do Rio de
Janeiro instalou
antenas de rádio e
conectou a cidade
inteira à internet.
Agora pretende cobrar
a manutenção no IPTU.
É uma ótima medida que
serve de benfeitoria e
que muitos prefeitos
deveriam copiar não
apenas para a cidade
mas, como também os
interiores, claro que
isso requer mais
dinheiro, menos gastos
com obras impróprias e
projetos não tão
urgentes que podem
esperar mais um tempo.
Assim poderiam
integrar as escolas
afastadas aos centros
por meio da informação
da rede por meio de
acessos em programas
que fundamentem apoio
ao ensino. Em tese, os
alunos das escolas
públicas devem usar os
computadores para
estudar. Pois em
alguns lugares do
país, o alunos cabulam
as aulas para ficarem
no laboratório em
sites de bate-papo.
Para evitar estes
problemas é preciso
que haja gerenciamento
rigoroso tendo que
empregar um técnico
para atender e
acompanhar as
manutenções para que
tal projeto seja um
beneficio e todos
saiam ganhando.
Este ano o governo
deve destinar R$ 180
milhões por meio do
Ministério das
Comunicações em
infovias para 167
cidades as quais se
tornam cidades
digitais, certamente
ainda só as maiores do
país. Ainda depende do
esforço do governo.
Para as prefeituras
das cidades pequenas,
os investimentos podem
até dobrar. Este ano
vem, a Lei Geral de
Consórcios Públicos,
promulgada em 2007,
que deve estimular a
cooperação entre
prefeituras de
municípios pequenos.
Como definem as
pesquisas do governo,
as prefeituras têm
medo de investir em
tecnologia da
informação. É caro, e
o beneficio às vezes
demora a cobrir o
investimento. Mas com
o consórcio com outras
prefeituras, elas
podem ter mais
segurança para
investir.
Hoje informação é uma
necessidade, e para
isso o método a ser
adotado, as apurações
e qualidade de dados,
são ferramentas
importantes para as
prefeituras
estabelecerem
informações adequadas
à população de seus
municípios.
Edjalma Borges |