.:":.Portal Sanraimundense.:":. - Entretenimento e Informação.

 

.

 


Um pouco sobre mim

Neste espaço quero dedicar-me a escrever relatos que abordem temas sociais que merecem à atenção da sociedade em geral.

 

Sou sanraimundense, filho de sanraimundenses, e apaixonado por esta cidade bonita e alegre. Morei muito tempo no interior, onde hoje é São Lourenço, foi uma batalha memorável para concluir o ensino fundamental, andei muito a pé mas me orgulho muito disso.Morei 4 anos  na sede de São Raimundo, onde cursei o 2º grau na Escola Normal Gercílio Macedo, cursei Conservação e preservação de parques e vestígios arqueológicos pela Fumdham,(Sou fã da Niede Guidon). Estive na coordenação do Grupo de Jovens Shalom na Milonga. Estive na presidência de Associações Rurais no interior de São Lourenço.

 

Hoje resido em Brasília, onde fiz alguns cursos como Promoção de Direito ao Menor e Adolescente pela Universidade Católica de Brasília. Trabalho em uma Logística com Sistemas, onde atendemos a Editora Abril e Door to Door de São Paulo. Sou catequista e coordenador da Catequese, onde desenvolvemos trabalhos com crianças em formação. Sou casado a 1 ano com uma também sanraimundense. Sou fascinado por jornalismo, a profissão em que estarei ingressando em breve.

 


O Natal  nosso de cada dia

edjalma29@vipdf.com.br


Diante das esperanças que se moldam em seus diversos valores como paz, caridade e compreensão, que cujas fisionomias são expressas nos diferentes rostos das crianças abandonadas, dos adolescentes indecisos e massacradas pelas drogas, dos idosos esquecidos, e os homens de fé que lutam pelas suas garantias, se somam neste tempo em que celebramos o Natal. Um tempo hábil para relembrarmos todos nossos encantos, nossas vontades que se conjugam num presente inglório e desprezível por se atarem aos males da humanidade que se confundem com as cores do horizonte e as desgraças provocadas pelo próprio homem. Atos tão vacilantes que o próprio homem poderia contornar se conhecessem os verdadeiros valores da vida e sua razão criadora, em que não houvesse a renuncia do amor e da fé, e que o perdão fosse amparado e as pessoas seguissem o Deus de humildade e compreensão, e que todos se unissem o mundo certamente seria bem melhor. Não teríamos tantos genocídios na África e nossa economia não estaria tão defasada e nem tão pouco teríamos tantos miseráveis que sofrem seus últimos instantes dentre aos 6,7 bilhões de habitantes do planeta. Mesmo com a tão expansiva globalização, cerca de 4 bilhões de pessoas não têm acesso a tais benefícios. 1 bilhão de pessoas sobrevive com menos de 1 dólar por dia, e cerca de 10 milhões de crianças com menos de 5 anos de idade morrem de fome. Certamente não são somente estes os problemas que temos no mundo, mas sabemos que o maior desafio é a desigualdade, esta afronta às pessoas e as condensam a viver desnorteadas, e massacradas pela falta de opção decente, e neste infortúnio de exclusão, e por desacreditarem de uma sociedade e seus patamares, se desvinculam da fé e afrontam a um mundo perdido e sem amor e compreensão. No nosso Brasil a produção anual por habitantes é de 3000 dólares, se este fosse repartido de forma mais justa, permitiria assegurar um nível de vida confortável para a totalidade da população. E assim dizemos viver um absurdo de vida pobre, enquanto os ricos se trancam por trás de grades e imaginam um assalto pelos pobres em cada em esquina. Imaginam cada criança do semáforo como um marginal que rouba. Aqui em Brasília, por exemplo, vi as madames brigando umas contras as outras em uma loja de grife, onde uma pegava toda uma coleção caríssima enquanto a outra lhe puxava pelos cabelos tentando impedir a compra, e naquele mesmo instante uma criança se debatia no lixão ali atrás entre os abutres e imundices para conseguir um pedaço de pão. Que mundo medonho, em que gastar é um adjetivo tão celebrado, quando estamos no Natal em que Cristo queria que renascêssemos as esperanças e a paz. Até quando teremos de atuarmos felizes pelos palcos da vida pregando peças que não ensaiamos? O que vamos celebrar neste Natal, é uma pergunta individual a ser respondida individualmente. Que todos se unam e juntem suas famílias e juntos repensem um mundo melhor, e não apenas olhássemos a manjedoura ali no canto da sala, mas abracemos O Cristo que carrega nossos pesos e culpas por sermos tão humanas, tão errantes, mas também dignos de um perdão por sermos cristãos e acreditarmos na graça de um Pai que nos ama tanto.

 

FELIZ NATAL A TODOS QUE FAZEM DESTA VIDA UMA CONDIÇÃO PARA SER CRISTÃO DE FÉ, DE AMOR E DE PAZ.

 

BOAS FESTAS!

 

Edjalma Borges

  Página Inicial | Comente esta matéria | Imprimir | Painel de Notícias | Topo

Está coluna é de inteira responsabilidade do colunista Edjalma Borges