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Um pouco sobre mim

Neste espaço quero dedicar-me a escrever relatos que abordem temas sociais que merecem à atenção da sociedade em geral.

 

Sou sanraimundense, filho de sanraimundenses, e apaixonado por esta cidade bonita e alegre. Morei muito tempo no interior, onde hoje é São Lourenço, foi uma batalha memorável para concluir o ensino fundamental, andei muito a pé mas me orgulho muito disso.Morei 4 anos  na sede de São Raimundo, onde cursei o 2º grau na Escola Normal Gercílio Macedo, cursei Conservação e preservação de parques e vestígios arqueológicos pela Fumdham,(Sou fã da Niede Guidon). Estive na coordenação do Grupo de Jovens Shalom na Milonga. Estive na presidência de Associações Rurais no interior de São Lourenço.

 

Hoje resido em Brasília, onde fiz alguns cursos como Promoção de Direito ao Menor e Adolescente pela Universidade Católica de Brasília. Trabalho em uma Logística com Sistemas, onde atendemos a Editora Abril e Door to Door de São Paulo. Sou catequista e coordenador da Catequese, onde desenvolvemos trabalhos com crianças em formação. Sou casado a 1 ano com uma também sanraimundense. Sou fascinado por jornalismo, a profissão em que estarei ingressando em breve.

 


A procura de uma arte que erradique o caos

edjalma29@vipdf.com.br


Olhando a pintura A persistência da memória de Salvador Dali, é possível ver um horizonte que aponta vários caminhos. E olhando mais próximo vemos o relógio do tempo definido em quatro dimensões que também aderem a um caminho com várias opções de saída, nesse instante magnífico poderíamos pensar na imagem como roupas estendidas à margem do Rio Sena em Paris, ou talvez o farol de Alexandria na Grécia, ou ainda lendo A Odisséia ou A Ilíada, mas quase não nos envolvemos com o lado épico, e mais com o interesse em saber como foi o aborto da Ivete Sangalo, o que vai acontecer hoje na novela. E assim viva a sociedade alternativa! Momentos de colorir nossas memórias de zigoto (ser que não tem identificação), e resgatar a arte pela modernidade e seus feitos históricos, sem nos embrearmos nas posturas políticas do esmo. Sem atearmos fogo as bruxas, mas temos tempos inquisitórios em que sufocamos nossa forma de pensar e agir, não produzindo arte e apenas nos impressionando com as chantagens e atos vulgares da elite que vai desde a promotores, juizes e delegados de policia, passando por uma horda de políticos gananciosos de colaboradores bonzinhos chamados brasileiros, que cedem a Bolívia e recebem os europeus com festas, não tendo esta reciprocidade ao chegar neste primeiro mundo. Que arte nos impressiona tanto hoje? Di Cavalcanti? Jorge Amado? Tarsilia do Amaral? Warhol? Nunca! Talvez A Favorita. Mas como encontrar a expressão que cuide da loucura e cura de nossos males mais comuns? Se não achamos graça nas verdadeiras artes? É melhor acreditar que a arte de Salvador Dali seja um cartaz convidando para uma festa de políticos com bastante bebida e direito a uma sobremesa de R$ 50,00.

 

Vamos continuar a estender nossas roupas sujas na beira do rio, dessa vez sem opção, e esperemos que alguém venha e as lave, limpando não somente as sujeiras de nosso suor e sangue mas também a cegueira de nossos olhos.

 

Edjalma Borges

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Está coluna é de inteira responsabilidade do colunista Edjalma Borges