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Um pouco sobre mim

Neste espaço quero dedicar-me a escrever relatos que abordem temas sociais que merecem à atenção da sociedade em geral.

 

Sou sanraimundense, filho de sanraimundenses, e apaixonado por esta cidade bonita e alegre. Morei muito tempo no interior, onde hoje é São Lourenço, foi uma batalha memorável para concluir o ensino fundamental, andei muito a pé mas me orgulho muito disso.Morei 4 anos  na sede de São Raimundo, onde cursei o 2º grau na Escola Normal Gercílio Macedo, cursei Conservação e preservação de parques e vestígios arqueológicos pela Fumdham,(Sou fã da Niede Guidon). Estive na coordenação do Grupo de Jovens Shalom na Milonga. Estive na presidência de Associações Rurais no interior de São Lourenço.

 

Hoje resido em Brasília, onde fiz alguns cursos como Promoção de Direito ao Menor e Adolescente pela Universidade Católica de Brasília. Trabalho em uma Logística com Sistemas, onde atendemos a Editora Abril e Door to Door de São Paulo. Sou catequista e coordenador da Catequese, onde desenvolvemos trabalhos com crianças em formação. Sou casado a 1 ano com uma também sanraimundense. Sou fascinado por jornalismo, a profissão em que estarei ingressando em breve.

 


Justiça: atenda-nos

edjalma29@vipdf.com.br


O povo grego antigo simbolizava a justiça, através da Deusa Diké, filha de Zeus e de Themis, em cuja mão direita estava a espada, segurando em sua mão esquerda uma balança, possuindo os olhos bem abertos, dizia-se existir o justo quando os pratos estavam em equilíbrio (ison(6)). Assim para os gregos o justo (o direito) significava o mesmo que igual (igualdade). Mas repensando hoje a nossa justiça, a quem pertence a justiça? De que lado esta a justiça? De promotores que atiram 14 vezes contra jovens  indefesos, causando homicídio e sendo absolvido? Ou da policia que fornece armas e proteções a bandidos? Sem citar a alta corte aqui de Brasília que ostentam juizites, se posicionando como divindades gregas, em um Estado de Direito que deveria haver coerência e democracia na hora de julgar e rever as corrupções do país. Que Justiça esperamos do futuro, se a própria justiça favorece o descontrole e descaso com o cidadão. Nossos administradores fazem gastanças com o dinheiro do contribuinte, e compram votos com R$ 50,00 (Cinqüenta reais) e ainda virão a Brasília apresentar seu plano de governo demonstrando empatia pelas necessidades do povo. Que prefeitos serão estes que vamos ter de aturar por mais quatro anos? Que os iludidos se convençam, mas certifiquem se  que isto é um crime, e que instiga a estes corruptos a circularem por ai com carrões jogando poeira nos pobres eleitores.

 

Que repensemos a nossa justiça a quem ainda recorremos, mesmo sabendo da fragilidade e descumprimento da lei.

 

Talvez se vivêssemos sem juizes como era no tempo de Jesus, onde cito a seguir seu julgamento.Cristo passou por seis julgamentos, três nas mãos dos judeus, e três às dos romanos, e em nenhum teve juiz. Desde sua prisão na quinta-feira a noite, até a sexta-feira de manhã, foi tumultuário, extrajudicial, atentatório dos preceitos hebraicos. É a terceira fase, a inquirição perante o sinedrim, o primeiro simulacro de formação judicial, o primeiro ato judicatório, que apresentou alguma aparência de legalidade, porque ao menos se praticou de dia. Anás desorientado remete o preso a Caifás (sumo sacerdote). O sinedrim não tinha o jus sanguinis. Não podia pronunciar a morte. Era uma espécie de júri, cujo veredctum, porém, antes opinião jurídica do que julgado, não obrigava os juízes romanos. de blasfemador Jesus é elevado a conspirador, que se coroa rei da Judéia. Pilatos que estava de relações cortadas com Herodes, leva a presença do tetrarca da Galiléia, Herodes Antipas, ocasião em que reatam os laços.Herodes não vê porque condenar o filho do homem. Mas hoje o homem condena os outros homens por pedirem comida ou ocuparem espaços nos cantos das ruas.

 

Que seja feito justiça a todos que clamam nos corredores da vida e da incerteza.

 

Edjalma Borges

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Está coluna é de inteira responsabilidade do colunista Edjalma Borges