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Um pouco sobre mim

Neste espaço quero dedicar-me a escrever relatos que abordem temas sociais que merecem à atenção da sociedade em geral.

 

Sou sanraimundense, filho de sanraimundenses, e apaixonado por esta cidade bonita e alegre. Morei muito tempo no interior, onde hoje é São Lourenço, foi uma batalha memorável para concluir o ensino fundamental, andei muito a pé mas me orgulho muito disso.Morei 4 anos  na sede de São Raimundo, onde cursei o 2º grau na Escola Normal Gercílio Macedo, cursei Conservação e preservação de parques e vestígios arqueológicos pela Fumdham,(Sou fã da Niede Guidon). Estive na coordenação do Grupo de Jovens Shalom na Milonga. Estive na presidência de Associações Rurais no interior de São Lourenço.

 

Hoje resido em Brasília, onde fiz alguns cursos como Promoção de Direito ao Menor e Adolescente pela Universidade Católica de Brasília. Trabalho em uma Logística com Sistemas, onde atendemos a Editora Abril e Door to Door de São Paulo. Sou catequista e coordenador da Catequese, onde desenvolvemos trabalhos com crianças em formação. Sou casado a 1 ano com uma também sanraimundense. Sou fascinado por jornalismo, a profissão em que estarei ingressando em breve.

 


O maior bem do mundo: A Família

edjalma29@vipdf.com.br


Um certo dia destes estava vindo de uma reunião, e me questionava sobre o que tínhamos discutido e proposto sobre como trabalhar a questão de conflitos entre grupos da comunidade.Foi quando de repente, percebi uma senhora de uns 70 anos e de cabelos brancos e uma fisionomia tão serena que neste mesmo instante me senti calmo. Ela se movia com descrição e foi logo me parando e apresentando um folheto da missa, eu parei e a ouvi atentamente. E então ela me disse: Filho, eu não sei ler, mas sinto que o que está escrito nestes papeis são da igreja e também tenho certeza de que dizem coisas muito boa. Recebi e disse a ela: É verdade senhora, aqui diz que a Família é a coisa mais importante de nossas vidas. E ela já foi logo dizendo que teve uma infância difícil, onde não conseguiu aprender a ler e que uma coisa os pais dela a ensinara que era ir a missa aos Domingos. E começou a dizer o quanto a família era importante, e como a sua se comportava e logo percebi que aquela vida era um imenso compendio de experiências e transformações. Só o fato de está ali desde as 17:00 horas, pois quando a vi eram 21:00 da noite, já era um ato extraordinário, pois raramente vemos pessoas tão dispostas a se doarem gratuitamente. Acho que ganhei o dia, aquele encontro foi muito marcante para mim, uma experiência tão grande e rica, onde as idéias me propuseram a entender e aprender a olhar a família como um rochedo sagrado e perpetuamente digno de amarmos e reconstruirmos a cada dia.

 

Agora me venho a todos que leia este texto, a vida é tão importante e o mundo é tão belo com sua diversidade, mas os digo: nada é mais importante do que a nossa família. Aquela pela qual somos vivos, o berço de onde saímos e o suporte que nos segura a cada dia e cada tombo. Meus caros leitores, a família é tão pequena em relação a sociedade, mas é uma célula tão valiosa e potente que se estruturada, torna se a base central de toda uma vida e de seus semelhantes.

 

A família ultimamente tem passado por dificuldades no campo emocional, pois percebemos o quanto a diversidade de acontecimentos críticos voltados para o crime, e a pouca importância da sociedade em geral pelos valores da moralidade e da religiosidade. É lamentável que em nosso pais as  pessoas se matem por migalhas, e ao mesmo tempo alguns enriquecem por enganarem o povo, tornando assim um escárnio para a convivência da familiaridade entre os povos.

 

São tantos conflitos que fazer o bem e exercer a solidariedade fica cada vem mais complicado. Mas a família tem de se posicionar como condição a sanar os problemas do mundo. Não creio que seja possível de outra forma, pois é ensinando a seu filho o que é correto e dando o devido exemplo que poderemos pensar em um futuro melhor para todos. A educação seja ela desde o berço, a escola e a igreja uma dinâmica crescente e acompanhada, e que os pais possam evitar o máximo de exporem seus filhos aos meios e recursos frágeis e fúteis que o mundo moderno cria e amplia a cada dia.

 

Apesar de tudo moderno eu sigo os conselhos de minha mãe e sempre me dou bem.

 

Acredite e ame a sua família, ela é tudo pra você.

 

Edjalma Borges

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Está coluna é de inteira responsabilidade do colunista Edjalma Borges