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A existência de
propostas renovadoras
no ensino publico a
nível nacional, é uma
expectativa que deve
ser reforçada pelo
apoio comunitário da
sociedade em geral.
Primeiro entendendo a
questão local sobre o
desempenho do ensino,
a formação do educador
e as alternativas que
são impostas na sala
de aula, e depois as
barreiras que impedem
o ensino de ser
reconhecido,
priorizando medidas
que apóiem o exercício
das disciplinas, e o
contexto cultural que
integra as diferentes
formações e
influencias
intrínsecas. Partindo
dos princípios
básicos, e emergindo
força e empenho
comunitário, é
possível demonstrar a
sociedade em geral,
que a educação tem de
ser uma partilha,
independente de razões
econômicas, pois o
ensino é universal
devendo ser extensivo
e de qualidade.
Quanto as propostas no
ensino, que devem ser
de profundidade e
rigorosa avaliação,
precisa definir ensino
como condição
humanamente reflexiva
e para uma vida
inteira, e não somente
um instrumento de
apego profissional, em
que o aluno seja posto
a aprender para
produzir. É comum no
Nordeste os estudantes
de ensino médio
desistirem de ir ao
colégio, por não haver
na sua cidade uma
expectativa imediata
de emprego, e este
reflexo comum, mas
cheio de erros,ocorre
talvez por não haver
uma cultura de
incentivo que indique
o alunado a pensar no
futuro, e entender que
ele mesmo é capaz de
edificar os seus
projetos e tornar um
profissional, dono de
seu domínio e
condição. Razões como
estas, exigem que haja
uma interatividade de
proporção acadêmica
sobre os conflitos na
classe estudantil e
também na
extra-classe, assim
seria possível
envolver o ensino em
si, e as condições
necessárias para a
busca do desempenho
profissional, sendo um
meio proativo de
grande alcance, sem
dar margem aos
tropeços sociais que
induzem muitos jovens
ao crime, uma outra
escola de notas
máximas, mas de futuro
incerto e pecaminoso.
Para certas medidas
adotadas, é necessário
um diagnostico
sustentado por
praticas consolidadas
de avaliação para
construir,
desconstruir , e
reconstruir
alternativas de
trabalhos capazes de
envolver estudantes
desejosos de aprender,
desenvolver
competências
socialmente
valorizadas, alem de
crescer como pessoas e
profissionais.E ainda
insistindo sobre as
propostas em educação,
é preciso pensar em
estruturas e recursos
necessários para
implantar projetos que
saiam da ideologia
para pratica, cabendo
aos administradores
públicos e
profissionais do
ensino, a lutarem
conjuntamente por uma
melhor educação.
É preciso mudar e
aprender muito, e como
dizia Leonardo da
Vinci, “aprender é a
única coisa de que a
mente nunca se cansa,
nunca tem medo e nunca
se arrepende”.
Edjalma Borges |