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Natureza X Pobreza
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Egito |
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Cores: S.R.Nonato alagado |
As belezas de Recife |Natureza X Pobreza
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As belezas de Recife |
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MÁSCARAS DO CARNAVAL BRASILEIRO
Carnaval hoje é sinônimo de pouca
roupa, gente bonita e muito barulho. No Nordeste, especialmente em
Pernambuco, a festa fica por conta dos blocos tradicionais com seus
mascarados que lotam as ruas do Recife durante o Galo da Madrugada e
na festa do Papangu, na pequena cidade de Bezerros. Já no Sudeste,
influenciado pelo carnaval carioca, ocorre o tradicional desfile de
escolas de samba que, apesar de ainda preservar alguns elementos dos
antigos carnavais, deixou de ser uma festa popular há muito tempo para
se tornar evento comercial no calendário turístico do país.
Até a década de 1950, contudo, eram nos
bailes à fantasia onde se encontravam os foliões. O costume de se
mascarar no carnaval se acentuou no Brasil em meados do século XIX,
mas a tradição não é tupiniquim. Os bailes de máscara surgiram na
Renascença Italiana, no século XIV, influenciados pela popular
Commedia Dell'Arte . Foram os personagens deste gênero teatral, como o
Arlequim e a Colombina, que serviram de inspiração para as máscaras
carnavalescas que conhecemos.
O uso da máscara como elemento cênico
surgiu no teatro grego, por volta do século V a.C. O símbolo do teatro
é uma alusão aos dois principais gêneros da época: a tragédia e a
comédia. A primeira tratava de temas referentes à natureza humana, bem
como o controle dos deuses sobre o destino dos homens, enquanto a
última funcionava como um instrumento de crítica à política e
sociedade atenienses.
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